USJT e Senai: juntos no “Arte de encadernar”

11 junho, 2011

Acompanhe as publicações sobre o projeto “Arte de Encadernar”

Projeto “A Arte de Encadernar” ganha duas prensas. A Universidade São Judas Tadeu recebeu duas prensas para auxiliar nas aulas do projeto “A arte de encadernar” do Centro Educacional Profª Alzira Altenfelder Silva Mesquita – CEAM, no dia 24 de março de 2011. Houve uma celebração para a entrega das prensas da qual participaram, além de dois alunos do Senai que as projetaram, professores, alunos, a comunidade, o diretor do Centro de Extensão Prof. Fernando Ferrari Duch e o coordenador do CEAM Prof. Ms. Ubajára Soares de Oliveira.

O Projeto “A arte de encadernar” vigora desde 2007; o curso tem duração de três semestres, dividido em três módulos. Tamiris Ciuccio, monitora do projeto e aluna do 4º ano de jornalismo na USJT, explicou passo a passo como o projeto se desenvolve e mostrou a importância das prensas para o curso. A Ms. Elisa de Mello Kerr Azevedo, criadora do projeto, diz que é indispensável o uso das prensas, “Sem ela não teríamos como ensinar o processo de encadernação”.

Os alunos do SENAI, criadores do projeto das prensas, têm apenas 16 anos, André da Silva Lima e Eduardo Shiroma se emocionaram ao saber que o projeto beneficia a sociedade e ajuda a inclusão de pessoas no mercado de trabalho. Hoje em dia, não há ninguém que produza esse tipo de equipamento; trata-se de um mercado no qual o SENAI poderá investir futuramente. No projeto, os alunos aprendem desde a história do papel até como preservar uma obra. A aluna Sonia Regina Chiqueto, 52 anos, do 2º semestre, estava na apresentação das prensas e diz se dentificar com o curso, “Adoro as aulas, eu sempre gostei de papel, recortava e colava de tudo.”

Acessem as fotos aqui no site da Universidade São Judas Tadeu

Uma indicaçao especial

15 setembro, 2010

A indicação deste meu Blog foi efetuada pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Agora, portanto, os conteúdos do Art|educando, falando especificamente sobre portfólio, são referência para os professores recém-ingressados na rede pública estadual de ensino.  Fiquei muito feliz ao saber que pude contribuir, mesmo que ainda pouco, com meus colegas de profissão.

Abaixo segue uma cópia de uma das atividades proposta a eles (a única que tenho acesso).

NÚCLEO BÁSICO
Módulo 2 – Profissão professor: dimensão ética e profissional
Atividade 1: criação do portfólio

Navegue nos blogs dos educadores João Grilo Alandroal Link externo, de Portugal e Elisa Kerr Link externo, do Brasil. Explore alguns links indicados por eles e preste atenção à organização que dão aos assuntos.

Percorra o conteúdo dos blogs e dos textos ali sugeridos e responda às seguintes questões:

  • O que é o portfólio? Qual a história do portfólio?
  • O que pode ser conteúdo de portfólio?
  • O que é indispensável num portfólio, segundo Terezinha Guerra Link externo? Por quê?
  • O portfólio deve ser feito apenas pelo aluno? Apenas pelo professor? Por ambos? Qual o papel do professor na orientação do aluno?
  • Terezinha Guerra atribui a Vygotsky um comentário interessante. Você concorda com esse comentário? Por quê?

Realizando o donwnload do arquivo abaixo, registre essas perguntas e as suas respostas e, salve o arquivo na pasta “Portfólio Etapa 1”, com o nome “Atividade1M2_seunome”, e depois envie para seu tutor, utilizando o botão Enviar desta página. Para saber mais sobre portfólio, clique no ícone ao lado.

2ª etapa: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

15 dezembro, 2009

Nesta etapa,  o jurado terá a missão classificar as obras  em 1º, 2º, 3º e 4º lugar,  separadas por classe (caso haja a quarta imagem selecionada  na respectiva turma).

As pinturas abaixo foram publicadas aqui em ordem alfabética do nome do aluno que a realizou – 6ª séries (7º ano) A, B, C e D da Escola Municipal Eduardo Prado – dentre  as quatro melhores de cada classe, o que totalizaria 16 obras. Todas foram  escolhidas pelos jurados na 1ª etapa do concurso que se encerrou no dia 13/12/2009.

As instruções para esta etapa seguem por email aos jurados, que terão o prazo de 2 dias para realizá-la. Grata por sua participação e bom trabalho!

As mais votadas – 1ª etapa – da 6ªA

Ana Carolina - 6ª A_002 (4 votos)

Bruno Mendes - 6ª A_004 (2 votos)

Mayara - 6ª A_015 (3 votos)

Vivian - 6ª A_023 (6 votos)


As mais votadas –  1ª etapa – da 6ªB

Bruno Santos - 6ª B_005 (3 votos)

Ingrid Cariline - 6ª B_012 (3 votos)

Leonardo S. Inácio - 6ª B_017 (3 votos)

xxx

Victor - 6ª B_025 (2 votos)

As mais votadas – 1ª etapa – da 6ªC

Larissa Siqueira - 6ª C_015 (5 votos)

Leonardo Alves - 6ª C_016 (2 votos)

sas

Mayara 6ªC_020 (2 votos)

Paloma dos Santos - 6ª C_023 (4 votos)

As mais votadas –  1ª etapa – da 6ªD

Gabriely - 6ª D_008 (3 votos)

Ingrid - 6ª D_011 (5 votos)

Jady - 6ª D_012 (4 votos)

Sara - 6ª D_024 (4 votos)

No dia 16/12/2009 publicarei a 3ª e última etapa.


1ª etapa – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

9 dezembro, 2009

Cada júri escolherá quatro obras de cada slides show (turma), para tal há uma enquete para cada álbum de fotos correspondente a cada turma. Os  desenhos possuem um número no canto direito que corresponde ao número ao seu número na enquete.

Atenção, você terá que atribuir seus quatros votos, em cada enquete, de uma única vez  (a enquete não permite que você a acesse duas vezes, por isso tenha em mãos os seus quatro candidatos).  Essa foi a forma que encontrei de evitar que a mesma pessoa, por engano, vote duas vezes no mesmo álbum.

SLIDES SHOW DA  6ª A

1ª Votação 6ª A – “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA 6ª B

1ª Votação 6ª B “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA  6ª C

1ª Votação 6ª C “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA  6ª D

1ª Votação 6ª D “O meio ambiente que imagino amanhã”

Grata por sua participação.

Enquetes encerradas em 13/12/2009


CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula – 2009

9 dezembro, 2009

O projeto “CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por prioridade despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cor em papel sulfite. Elaborei esse projeto para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado (na Zona Leste de São Paulo).

Após uma sondagem na disciplina Educação Artística, realizada durante o primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade, trabalhei em sala de aula, nos dois outros semestres, os movimentos artísticos Surrealismo e Cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicado neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestre de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei, durante o segundo semestre, introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes, sendo que o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre, lancei o desafio de abrir um concurso de pintura com lápis de cor entre as 6ª séries com o tema: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ O concurso dividiu-se em três etapas e todo  processo encontra-se no link “Procedimento do concurso 2009”

Para visualizar as imagens, clique nos “SLIDE SHOW” abaixo.

SLIDE SHOW DA  6ª A

SLIDE SHOW DA 6ª B

SLIDE SHOW DA  6ª C

SLIDE SHOW DA  6ª D

Somente após essas fase é que percebi  que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual lançado pela escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDADES”. Cada classe teve um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que fosse contemplado o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurístico

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos trabalharam trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel,  maquete e o lápis de cor. Preocupada em desenvolver um trabalho bem fundamentado e em conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento, determinei que todos os trabalhos fossem fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos, sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma e arte contemporânea. Assim, eles não se prenderiam à perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir. nesse semestre apresentei ao grupo o artísta Paul Klee e suas obras, o que foi muito interessante.

Projeto

CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula

O projeto “CRIAR E RE_CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por primazia despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cores em papel sulfite. E, foi elaborado por mim, professora Elisa de Mello Kerr Azevedo, para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado – da zona leste de São Paulo.

Após uma sondagem na disciplina de ed. artística, realizada durante primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade trabalhei em sala de aula, os dois outros semestre, os movimentos artísticos: surrealismo e cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicados neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestres de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei o segundo semestre introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes o qual o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre lancei o desafio de abrir um concurso de arte nas classes. E, os quatro vencedores concorreriam a um segundo concurso entre as classes. Desta vez foi estabelecido um tema geral para as sextas séries: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ.

Somente neste momento percebi que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual da escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDAES”. Cada classe teria um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que contemplasse o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurísticos”

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos estão trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel, pintura em tela e maquete. Preocupada em desenvolver um trabalho de bem fundamentado e conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento determinei que todos os trabalhos fosse fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos. Mas sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma. Assim eles não se prenderiam a perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir.

Para finalizar o ano letivo, os alunos vão pintar uma tela com o mesmo tema.

O procedimento do concurso 2009

Na página Exposição “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ encontra-se  os trabalhos  realizados pelos alunos da 6ª série do EMEF-Eduardo Prado, sobre o tema citado,  separados por suas respectivas turmas: 6ª A; 6ª B; 6ª C e 6ª D.  O jure é composto por sete (7) membros (leiam seus currículos no final dessa página).  Para que o jure possa votar, publiquei uma enquete em cada exposição (protegidas por senha para que só eles tenham acesso)  onde ele poderá  expressar seu voto.

1ª etapa

Vissite o post Os melhores do “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ e, se você for um jurado, siga as instruções contidas neles.

6ª A – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª B – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª C – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª D – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

2ª Etapa

Após  o jurado  ter escolhido as três (3) melhores obras de cada classe serão publicadas um novo post em que cada jurado classificará a obra atribuindo um único valor  numérico em cada classe, separadamente, de 1 a 3.  a cada uma para que saibamos eles se incumbirão de classificá-las atribuindo um valor de 1 a 3, para que saibamos a colocação de cada um.  Após a contagem dos pontos, será publicado classificação das obras em seus turmas. Primeiro segundo e terceiro lugares.   Somente esses três primeiros colocados de cada turma participará da próxima etapa, o que totalizará 21 participantes.

3ª Etapa

Agora partiremos para a votação final.  Quando chegar nesse  momento, o jurado terá a sua frente apenas  21 obras. Sua incumbência será escolher as três que ache melhor dentre as 21 obras. Por isso será aberto num post com uma enquete, com senha.

OBS.: Todas as enquetes e votação estarão em post separados  protegidos por senha e que impede que a mesma pessoa possa votar duas vezes.

Boa sorte para aos participantes e boa votação ao jurado.

Procedimento do concurso 2009

9 dezembro, 2009

No link  CRIAR E RE-CRIAR: UM UNIVERSO ARTÍSTICO EM SALA DE AULA encontra-se  os trabalhos  realizados pelos alunos da 6ª série do EMEF-Eduardo Prado, sobre o tema citado,  separados por suas respectivas turmas: 6ª A; 6ª B; 6ª C e 6ª D.

O júri é composto por cinco(5) jurados (leiam seus currículos no final dessa página).  Para que o júri possa votar, publiquei uma enquete em cada exposição (protegida por senha, para que só eles tenham acesso)  na qual cada jurado poderá  expressar seu voto.

Os resultados dos votações serão publicados no blog logo assim que terminar cada uma.

1ª etapa

Senhor jurado, para cumprir essa etapa você você tem que ir para o link de votação 1ª etapa “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ.  Lembre-se de digitar sua senha, pois essa página é protegida até o término das votações! Prazo de votação para essa etapa é de 09/12/2009 a 13/12/2009.

2ª Etapa

Após  o jurado  ter escolhido as quarto (4) melhores obras de cada classe, estas serão publicadas num novo post, em que cada jurado classificará a obra atribuindo um único valor  numérico em cada classe, separadamente, de 1 a 4 a cada uma, para que saibamos a classificação de cada um.  Após a contagem dos pontos, será publicada a classificação das obras em suas turmas, destacando-se o primeiro, segundo, terceiro e quarto lugar.   Somente esses trabalhos  participarão da próxima etapa, o que totalizará 16 participantes.  Para tal, será criado o link “3ª Etapa “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ”. Esta etapa  acontecerá no período de 14/12/2009 a 17/12/2009.

3ª Etapa

Quando chegar esse momento, o jurado terá a sua frente apenas 16 obras. Sua incumbência será escolher as quatro pinturas que ache melhor dentre as 16 obras. Por isso será aberto outro link 3ª Etapa “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ com outra enquete acessada por meio de senha. Essa votação se realizará no período de 17/12/2009 a 19/12/2009.

OBS.: Todas as enquetes e votação estarão em posts separados  e protegidos por senha, o que impede que uma mesma pessoa possa votar duas vezes – impede, também, que qualquer pessoa vote.

Boa sorte para aos participantes e boa votação aos jurados. O resultado será publicado no link  “Os vencedores de “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ” no dia 21/12/2009.

Minicurrículo dos jurados – 2009

Grazielle Medeiros

Plataforma Lattes: Grazielle Medeiros Site/ blog: www.ateliegrashi.com.br

Formada em: Educação Artística – Bacharel em Artes Cênicas – USJT –  Universidade São Judas Tadeu;  Licenciatura Plena  – USJT; Técnica em Teatro – TEATRO ESCOLA MACUNAÍMA; Técnica em Secretariado – ITB – Instituto Tecnológico de Barueri.

Idiomas: Inglês – USP- SP e  Espanhol – PUC.

Experiências: CBB – Colégio Batista Brasileiro – Prof. Artes; PUC  – Pontifícia Universidade Católica – Fundação São Paulo – Auxiliar Administrativo I e Secretária da Educação – Governo do Estado de São Paulo – Prof. de Artes.

Projetos artísticos educacionais

Eventos: “Raízes D’África” – PUC – 2008; “A outra Face da África” – PUC – 2007; “MASSIDUCANDO” – Percepção do desenvolvimento cognitivo motor infantil por meio da Arte – USJT – 2008 e   “ORIDUCANDO” – USJT – 2007.

Espetáculos : “Contos de Fada” – direção Robson Cupertino – Teatro Cacilda Becker, Teatro Eva Wilma e Teatro Brigadeiro; “O Primo Basílio” – Eça de Queiroz – direção Suzana Aração –  2004;  “Anjo Negro” – Nelson Rodrigues –  2004; “A Hora da Estrela” – Clarice Lispector –  2003;  “Médico à Força” – Molière – 2003 e “Morte e Vida Severina” – João Cabral de Melo Neto – 2002.

Publicações: Artigos sobre Educação – Jornal da Gente – Itapevi e Região : “Teatro Educativo”; “A importância do brincar”; “A avaliação Escolar”; “Educação Ambiental”; “Não quero ir à Escola!”; “Bater para Educar?”; “Vamos dar asas à imaginação”; “Educação inclusiva: Uma alternativa ou uma solução?”.

Trabalhos Publicados – Revistas e Mídias Televisivas: Coleção Arte e Talento – Editora Minuano Ano I n.º 01, 02 e 10; Unesporte – Ano I n.º 02 – Editora Porto das Letras; Faça Fácil – Ano I n.º 09 e 10 e o  Programa Sabor de Vida  – TV Aparecida 02/2009.

Projetos Artísticos Televisivos : Globo: Programa Luciano Huck – 2006 :  Concurso “A noiva das Oito”- 14º lugar;  SBT : Domingo Legal – “Aconteceu Comigo” ; “Repórter Português”; Novela: “Pícara, a Sonhadora” e  RECORD: Novela: “Roda da Vida”.

Lélia Campos

Blog: Meu Olhar

Formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), bacharelado e licenciatura plena em Educação Artística com ênfase em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu e Cursou especialização em Dublagem na Dubrasil.

Atualmente leciona Artes no Colégio COC Vila Yara e Teatro no Colégio Objetivo; Lecionou: no Instituto Educacional Prestes Maia, no Colégio Fernão Dias Paes, e no projeto Teatro na Escola, da Secretaria de Educação de Guarulhos. Como voluntária lecionou teatro na Associação Comunitária Micael (adepta da pedagogia Woldorf).

Atuou como atriz de teatro em: Cenas de Morte e Vida Severina, dir. Pablo Moreira; Mulheres de Molière, dir. Pablo Moreira; Lampião e a velha feiticeira (literatura de cordel), dir. Selma Pellizon; o infantil E agora uma história do tempo da rainha Vitória (adaptação de três contos de Oscar Wilde), A história é uma istória, de Millôr Fernandes; O nosso aniversário, dir. Luiz Damasceno; A gaivota de Tcheckhov, dir. Bete Dorgam; Exercício sobre Hamlet, dir. Cristiane Paoli Quito; o infantil Couro de Piolho (adaptação do conto de Câmara Cascudo), dir. Paula Coelho; O inspetor geral de Gogol, dir. Cristiane Paoli Quito; Merlim, dir. Beth Lopes; Pedreira das Almas de Jorge Andrade, dir. André Garolli; OITO, dir. Antonio Januzelli e Juliana Jardim. Em televisão e cinema, acabou de participar de um longa chamado Tardes Livres que ainda não estreou; participou das campanhas publicitárias do HSBC, Pão de Açúcar e Duralex.

Dinéia Hypolitto

Plataforma Lattes Prof.ª  Dinéia Hypolitto

Possui graduação em Licenciatura em Letras pela Universidade São Judas Tadeu – 1976; graduação em Pedagogia pelo Centro Universitário Nove de Julho – 1985; especialização em Didática do Ensino Superior pela Universidade São Judas Tadeu – 1991; especialização em Avaliação à Distância pela Universidade de Brasília – 1999; mestrado em Educação: Supervisão e Currículo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – 1996. Atualmente é professora da Universidade São Judas Tadeu. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, didática, prática de ensino / estágio supervisionado, avaliação, projetos educacionais e educação de jovens e adultos.

Professora nos cursos de Formação de Professores da Universidade São Judas Tadeu.

Disciplinas: Didática e Currículo; Fundamentos da Educação Infantil; Prática de Ensino – Estágio Supervisionado;

Coordenadora de Projetos Educacionais do Centro Educacional Professora Alzira Altenfelder Silva Mesquita – USJT.

Zenáide Caciare Pereira

Plataforma Lattes  Prof.ª  Zenaide C. Pereira

Possui graduação em Psicologia pela Universidade São Marcos – 1977 e mestrado em Psicologia pela Universidade São Marcos 1997. Atualmente é professora da Universidade São Judas Tadeu. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: orientação psico-educacional e formação de professores.

Professora na Universidade São Judas Tadeu

Disciplinas: Psicologia Organizacional;  Dinâmica de Grupo e Psicologia da Educação.

Orientadora Educacional do Centro Educacional Professora Alzira Altenfelder Silva Mesquita – USJT.

Maria Helena Szczerbowski

Possui graduação pela Faculdade de Belas Artes e licenciada  em Artes Plástica (1984) e Desenho (1985). Cursou complementação Pedagógica pela Faculdade Camilo Castelo Branco (1986).

É professora  da Rede Estadual de São Paulo desde 1984 e da Rede Municipal de São Paulo desde 1986. Atualmente leciona na Escola Municipal Eduardo Prado – Zona Leste.

Reggio Emília: uma abordagem artística na educação infantil

19 outubro, 2009

No dia 29/09/2009 ministrei uma aula no curso de Pedagogia da   Universidade São Judas Tadeu -USJT-  a convite da profa. Dinéia Hypolitto. Para o profissional da educação e da área de artes, é sempre prazeroso contribuir com minhas futuras colegas e transmitir para elas a importância da Arte para a  aprendizagem da criança. Após a aula, prometi a(os) aluna(os) que deixaria aqui no blog as novas publicações sobre essa escola, sob o tema “escola de educação infantil italiana Reggio Emília”.  Para entender um pouco mais sobre o contexto da escola leia um pouco sobre o seu surgimento em Histórico da Reggio Emília e, os sites que indico na página Abordagem Reggio Emília .

Na edição da Revista Criança do professor de educação infantil no. 43 foi publicado  uma  entrevista com Bruna Elena Giacopini e Lanfranco Bassi  Reggio Emília: uma experiência inspiradora”, realizada por Vitória Faria e Alex Criado. Esta reportagem está muito interessante.

Também publicou, a partir da página 19,  e os integrantes do GAE – grupo ambiental de educação – o artigo escrito por Angélica Miranda do RJ/Rj e outros autores “Arquitetura e educação juntas para uma educação infantil melhor” que fala  sobre os espaços do ambiente escolar e sua importância para a aprendizagem da criança. Para a abordagem Reggio Emília o espaço de aprendizagem é muito importante, por isso aconselho que  leia.

A  revista também traz  para você o artigo sobre  “Faz de conta: invenção do possível” escrito por  Adriana Klisys de BH/MG, que muito lhe ajudará na disciplina de psicologia.

A edição 44  da Revista Criança do professor de educação infantil, por Joseli Pereira Lobo – professora de educação infantil da rede municipal de BH – escreve sobre “Um currículo centrado na arte”, continuando o tema da revista anterior. E, para aprofundar  um pouquinho mais em educação centrada na pessoa, sairemos da Revista Criança um pouquinho e vamos passear por outros links e ler sobre essa teoria de Carl Rogers em:  Humanismo – Carl Rogers e Concepção de Carl Rogers sobre aprendizagem.

De volta à revista,  Angélica Miranda realizou uma entrevista com a professora Léa Tiriba  com o tema  “Consciência Ecológica se aprende com o pé no chão”, muito boa também. Arrume um tempinho e leia com muito carinho, o planeta Terra agradece!

Bibliografia

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0153/aberto/mt_244113.shtml

EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. 10. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância . Porto Aelgre, RS: Artmed, 1999.

FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e; FERRAZ, Maria Heloisa Correa de Toledo. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993.

LEENHARDT, Pierre. A criança e a expressão. Lisboa: Editora Estampa, 1973.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 2 ed., São Paulo: Cortez,1995.

MAHONEY, Abigail A. e ALMEIDA, Laurinda R do. A constituição da pessoa: na proposta de Henry Wallon. São Paulo: Ed. Loyola, 2002.

PARRAMON, Jose Maria. Luz e sombra em desenho artístico. Rio de Janeiro: Ibero-americano, 1986.

ROGERS, Calrs R. “Liberdade de aprender em nossa década”. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.

_____________. “Tornar-se pessoa”. Trad. Manuel J. C. Ferreira, 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Boa leitura.

Elisa Mello Kerr

Discussão: Posso intervir no livro de outra pessoa?

1 setembro, 2009

Este post é para meus alunos do projeto “A arte de encadernar” do CEAM – Centro Educacional profª Alzira Mesquita Alterfelder – USJT. Mas, caro visitante, se quiser fazer parte dessa discussão fique à vontade. Sua opinião é de grande valia para esse questionamento.

Hoje verifiquei que um blogueiro indica uma de minhas publicações no seu blog,  o que me deixou muito lisonjeada.

Peço a você,   aluno(a) do CEAM, que participa do projeto “A arte de encadernar”, que  entre no Blog Além das Curvas (blog do Professor Enoch Filho) e leia, atentamente, a matéria do professor Enoch.  Em seguida,  leia  os  comentários dos visitantes. Feito isso,  reflita sobre o que você já  aprendeu em aula, no CEAM,  e compare com o que acabou de ler no blog do colega acima.

Agora, peço a  você que se arrisque um pouco e registre sua opinião (aqui no blog)  sobre as   perguntas abaixo (ou comentem no geral) o que você pensa sobre o assunto. Façam isso livremente, sem se preocupar com o certo ou errado, apenas comente. E, para enriquecer seus argumentos, seja eles a favor ou contra, sugiro a leitura de algumas postagem publicadas (anteriormente) no art|educando  especialmente  para os alunos do projeto:

Como conservar seus livros

Restauração de livros

Conservação preventiva…

O que parece errado nem sempre o é

Preservar para não restaurar

Restauração de mobílias

Restauração: o limite que não deve ser ultrapassado

Por dentro da lombada

Atelier de restauração

Descubra se seu livro está bem encadernado


1º Devo escrever  em livros públicos ou de outra pessoa?

2º E em meus próprios livros, devo escrever?

3º O que você acha da  intervenção  feita no livro da foto?

4º Você gostaria que alguém realizasse  esse tipo de intervenção em seu livro?  Explique sua resposta.

5º Pode-se usar fita adessiva, durex, etiquetas auto adesivas ou cola branca em livros?

Fotos: Blog Além das Curvas

Boa reflexão sobre a polêmica.

O livro: entre o leitura e a preservação

31 agosto, 2009

Sexta passada, dia 28/08/09, estive na FAENAC – Anhanguera Educacional –  em São Caetano do Sul, para proferir uma palestra aos alunos de Letras e História.  Deixo aqui, conforme prometi aos alunos, um breve relato e a bibliografia para pesquisa.

A universalização do saber – um histórico das bibliotecas, a quem era permitido o acesso, como o conhecimento era desenvolvido dentro delas e o formato do livro:

  • Bibliotecas de Alexandria e Pérgamo
  • Codex – formato do precursor do livro atual;

Palavras do Abade  aos monges beneditinos copistas: “Escrevei! Uma letra traçada neste mundo vos resgatará de um pecado no céu.” (MARTINS, 2001:99).

Monge em seu exercício diário de regeneração. Jean Miélot (d. 1472) - Europa medieval, os monges reproduziam livros copiando diligentemente os textos. Este trabalho se realizava em uma sala do mosteiro denominada scriptorium, idealizada para este propósito para este propósito.

Monge em seu exercício diário de regeneração. Jean Miélot (d. 1472) - Europa medieval, os monges reproduziam livros copiando diligentemente os textos. Este trabalho se realizava em uma sala do mosteiro denominada scriptorium, idealizada para este propósito para este propósito.

  • Gutenberg (tipos móveis);
  • Incunábulos  – Livros impressos com tipos móveis entre 1455 a 1500;
  • Libellus – livros portáteis dedicados a leitura prazerosas: romances, livro de preces, etc;
  • Liberdade – Quem determina o que vamos ler?;
  • Livro eletrônico – Será que o conhecimento será universalizado?

O livro e sua história – o livro como registro da evolução histórica do homem: o conteúdo do livro,  a arte dos livreiros e a tradição dos encadernadores e colecionadores, que estão registrados em sua confecção.

Capa de De Vita Leonis Decimi Pont(*), de P. Jovius (1549), encadernado por Claude de Picques para Jean Grolier.

Evangelho de S. João (séc. VII).   A ornamentação, com linhas pintadas em azul e amarelo sobre couro vermelho, traz os entrelaços característicos do estilo celta

Capa em mosaico – técnica que utiliza recortes de couro de cores variadas, embutidos ou superpostos – realizada por Augustin du Seuil para a edição de Daphnis et Chloé pertencente ao Regente (1718).

Conservação de livros – critérios éticos dessa profissão e alguns procedimentos utilizados em livros.

Reparos em lombadas – as fragilidades da lombada do livro e um exemplo de conservação.

Acondicionamento inadequado – de livros; documentos enrolados; documentos dobrados; douração manual.

Educação patrimonial – a importância de começarmos esse trabalho na infância.

Sugestão de sites para pesquisa

http://bichopapel.blogspot.com

http://www.ateliermachado.com.br

http://www.comphap.uns.arq.br

http://www.escritoriodolivro.com.br

http://www.moleiro.com

http://www.museu.gulbenkian.pt

http://www.ump.edu.br

http://www.unostiposduros.com

http://pt.wikipedia.org/wiki

Esse blog – art|educando – também possui várias publicações sobre livros, encadernações e dicas de como conservar seus livros.

Bibliografia

ARANTES, Antônio Augusto. Estratégias de construção de patrimônio cultural/ Produzindo o Passado. São Paulo: brasiliense. 1984.

ASSUNÇÃO, Paulo de. Patrimônio. São Paulo: Loyola, 2003.

BECK, Ingrid. Conservação e restauro de documentos em suporte papel. In: GRANATO, Marcus (Org). Conservação de acervos / Museu de Astronomia e Ciências Afins. Rio de Janeiro: MAST, 2007, p. 54-60.

BRUNET, Rosa. MANADÉ, Maria. Como organizar una biblioteca. España: CEAC, 1986.

CANFORA, Luciano. A biblioteca desaparecida: histórias da biblioteca de Alexandria. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora UNESP/ Imprensa Oficial do Estado, 1999.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. Lisboa: Edições 70, 2000.

GRANATO, Marcus (Org). Conservação de acervos/ Museu de Astronomia e Ciências Afins. Rio de Janeiro: MAST, 2007.

CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. A Biblioteca: para o técnico e suas tarefas. Niterói: Intertexto, 2000.

Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo. O direito a memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo:DHP. 1992

EL FAR, Alessandra. O livro e a leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1970.

FEBVRE, Lucien; Martin, Henry-Jean. O aparecimento do livro. Trad. Fúlvia M. L. Moretto, Guacira Marcondes machado. São Paulo: UNESP, 1992.

FLOWER, Derek Adie. Biblioteca da Alexandria – As histórias da maior biblioteca da antiguidade / Tradução de Otacílio Nunes e Valter Ponte. São Paulo: Nova Alexandria, 2002.

FONSECA, Edson Nery da. Introdução a biblioteconomia. São Paulo: Pioneira, 1992.

GUTHS, Saulo e CARVALHO, Claudia S. R. Conservação preventiva: ambientes próprios para coleções. In: GRANATO, Marcus (Org). Conservação de acervos/ Museu de Astronomia e Ciências Afins. Rio de Janeiro: MAST, 2007, p. 25-44.

HOURANI, Albert Habid. Uma história dos povos árabes. São Paulo: Companhia das Letras, 2001

JEAN, Georges. A escrita – memória dos homens. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras. 1997.

MARTINS, Wilson. A palavra escrita– história do livro, da imprensa e da biblioteca. São Paulo: Ática, 2001.

MORAES, Rubens Borba de. Livros e Bibliotecas no Brasil Colonial. 2 ed. Brasília: Briquet de Lemos/ Livros, 2006

SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à independência do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

VALENTE, Maria Esther. A conquista do caráter público do museu. In: GOUVEA, Guaracira; MARANDINO, Martha; LEAL, Maria Cristina (Orgs.). Educação e museu: a construção social do caráter do educativo dos museus de Ciências. Rio de Janeiro: Access, 2003.

Papel e lápis de cor: exposição dos trabalhos

10 julho, 2009

No bimestre passado (fevereiro, março – e abril – de 2009), meus alunos e eu, profª Elisa, na disciplina Artes, na 6.ª série (7.º ano),  trabalhamos a composição plástica e seu elemento principal: a linha: linhas retas, paralelas, verticais, horizontais, perpendiculares, curvas, mistas, quebradas e angulares. Depois trabalhamos as formas geométricas: círculos, circunferências, quadrados, retângulos, trapézios, losangos e triângulos.

Todos esses conceitos foram transformados em desenhos muito criativos realizados pelos alunos.  Aprendemos, também, algumas técnicas de  uso do lápis de cor.

Neste bimestre (maio e junho – e julho – de 2009), trabalhamos em conjunto com a História da Arte.  Os artistas escolhidos para pesquisa e observação de suas obras foram: Kandinsky, Miró e Salvador Dalí.

Após observação de muitas obras desses renomados artistas, sugeri que realizassem as atividades de acordo com as metas descritas abaixo:

1º- Executariam três desenhos distintos e abstratos, utilizando linhas, formas geométricas e deformação da imagem;

2ª – Realizariam uma obra de cada vez, observando os erros e acertos, e somente depois dessa reflexão sobre seu próprio trabalho poderiam passar para a próxima ilustração;

3ª – Teriam de explorar as técnicas de  uso do lápis de cor; o fundo da ilustração teria de ser bem trabalhado e fazer parte da composição da imagem.

Parabéns alunos das 6ª séries, vocês fizeram um ótimo trabalho!

Vejam abaixo as melhores composições das turmas A, B, C e D:

Aulas ministradas no Ensino Fundamental II da Escola Municipal Eduardo Prado na zona leste de São Paulo,  primeiro semestre de  2009 – Professora Elisa M. Kerr.


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