Discussão: Posso intervir no livro de outra pessoa?

Este post é para meus alunos do projeto “A arte de encadernar” do CEAM – Centro Educacional profª Alzira Mesquita Alterfelder – USJT. Mas, caro visitante, se quiser fazer parte dessa discussão fique à vontade. Sua opinião é de grande valia para esse questionamento.

Hoje verifiquei que um blogueiro indica uma de minhas publicações no seu blog,  o que me deixou muito lisonjeada.

Peço a você,   aluno(a) do CEAM, que participa do projeto “A arte de encadernar”, que  entre no Blog Além das Curvas (blog do Professor Enoch Filho) e leia, atentamente, a matéria do professor Enoch.  Em seguida,  leia  os  comentários dos visitantes. Feito isso,  reflita sobre o que você já  aprendeu em aula, no CEAM,  e compare com o que acabou de ler no blog do colega acima.

Agora, peço a  você que se arrisque um pouco e registre sua opinião (aqui no blog)  sobre as   perguntas abaixo (ou comentem no geral) o que você pensa sobre o assunto. Façam isso livremente, sem se preocupar com o certo ou errado, apenas comente. E, para enriquecer seus argumentos, seja eles a favor ou contra, sugiro a leitura de algumas postagem publicadas (anteriormente) no art|educando  especialmente  para os alunos do projeto:

Como conservar seus livros

Restauração de livros

Conservação preventiva…

O que parece errado nem sempre o é

Preservar para não restaurar

Restauração de mobílias

Restauração: o limite que não deve ser ultrapassado

Por dentro da lombada

Atelier de restauração

Descubra se seu livro está bem encadernado


1º Devo escrever  em livros públicos ou de outra pessoa?

2º E em meus próprios livros, devo escrever?

3º O que você acha da  intervenção  feita no livro da foto?

4º Você gostaria que alguém realizasse  esse tipo de intervenção em seu livro?  Explique sua resposta.

5º Pode-se usar fita adessiva, durex, etiquetas auto adesivas ou cola branca em livros?

Fotos: Blog Além das Curvas

Boa reflexão sobre a polêmica.

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9 Respostas to “Discussão: Posso intervir no livro de outra pessoa?”

  1. Lélia Campos Says:

    Elisa, adoraria poder ajudá-la sendo jurada, mas preciso saber a data, pois sou professora tb né, e meus horários são meios malucos, ainda mais agora com essas reposições aos sábados.

  2. jarbas Says:

    Elisa,

    Sugeri idéia de uma blogofesta de blogueiros da USJT. Dê uma olhada em post que coloquei no Boteco sobre o assunto. Se puder, entre em contato com os ex-alunos blogueiros que destaco em coluna direita do meu blog. Abraço, Jarbas

  3. Bill Bartmann- Says:

    Cool site, love the info. I do a lot of research online on a daily basis and for the most part, people lack substance but, I just wanted to make a quick comment to say I’m glad I found your blog. Thanks,

    A definite great read…

    -Bill-Bartmann

  4. Doralice Araújo Says:

    Elisa: as suas postagens recentes e as anteriores reforçam os aplausos merecidos; vou sugerir o Art Educando aos visitantes do Na Mira do Leitor. Receba o meu abraço e o estímulo para que sejamos mais e mais na edublogosfera.

  5. Bill Bartmann_ Says:

    I’m so glad I found this site…Keep up the good work I read a lot of blogs on a daily basis and for the most part, people lack substance but, I just wanted to make a quick comment to say GREAT blog. Thanks,

  6. jarbas Says:

    Oi Elisa,

    Sugeri a um repórter o Art’Educando para uma matéria sobre edublogs. A reportagem foi publicada no nº 39 de Carta na Escola e relaciona seu blog aop lado de nove outros produzidos por educadores brasileiros. A revista tem boa distribuição nas bancas. Versão eletrônica da matéria pode ser encontrada por meio de link em postagem que fiz no Boteco Escola. Você pode ver o tal post com uma clicada em

    http://budurl.com/wuux

    Confira. E parabéns pela referência em companhia de gente de prestígio na área (além da companhia deste que vos escreve…). Abraço,

    Jarbas

  7. Yara Pereira dos Santos Says:

    Penso que o dono pode fazer o que quiser com o livro dele. O mesmo não se aplica, caso pertença à outra pessoa ou biblioteca pública. Imagine como ficaria um livro de uma biblioteca pública se vários leitores fizessem anotações, sublinhassem trechos ou registrassem opiniões a respeito do conteúdo. Acredito que, em determinado momento, o próximo leitor não conseguiria se concentrar somente na leitura do texto original, deixando de interagir apenas com as informações do autor, sendo este, o objetivo principal. Ao leitor, cabe participar das medidas de conservação preventiva, ou seja, retirar o livro da estante e manuseá-lo de forma correta, evitar devolvê-lo molhado, sujo ou com anotações pessoais, entre outras. Agindo assim, estará colaborando para a preservação da obra. Enfim, não devemos nos apropriar de bens de uso comum como se fossem de uso particular.

    Com relação à intervenção feita no livro da foto, penso que encadernações e reparos devem ser feitos por pessoas que tenham conhecimento suficiente para saber o que pode ou não ser aplicado no mesmo, evitando danos futuros. Vale lembrar que, dependendo da importância da obra, as intervenções precisam ser bem estudadas, antes de serem executadas. É verdadeiro afirmar que nas bibliotecas públicas há um número grande de livros precisando de cuidados e poucos recursos para investimentos na área de encadernação. Então, o que fazer diante dessa realidade? Sou funcionária de uma biblioteca pública municipal, e busco resposta para tal questão.

    Yara
    (aluna do projeto)

  8. Bill Bartmann Says:

    Hey good stuff…keep up the good work! 🙂

  9. Guilherme Vieira Says:

    Eu acho que se adquirimos um livro, ele se torna nosso, partindo disso podemos trata-lo como quisermos. Mas quando esse livro é de alguma biblioteca o que podemos fazer é apenas ler, anotações, correções podem não ser pertinentes a todos e ainda podemos cometer enganos. Existem diversos meios para se expor uma opinião sobre algo. Se o livro apresenta necessidades de restauro devemos deixar para que alguém com conhecimento da área faça, qualquer tentativa de reparo pode se tornar futuramente um problema maior para a conservação daquele livro.
    Creio que essa seja a melhor forma de lidarmos com esses bens preciosos.

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