Archive for the ‘Artes em aula’ Category

1ª etapa – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

9 dezembro, 2009

Cada júri escolherá quatro obras de cada slides show (turma), para tal há uma enquete para cada álbum de fotos correspondente a cada turma. Os  desenhos possuem um número no canto direito que corresponde ao número ao seu número na enquete.

Atenção, você terá que atribuir seus quatros votos, em cada enquete, de uma única vez  (a enquete não permite que você a acesse duas vezes, por isso tenha em mãos os seus quatro candidatos).  Essa foi a forma que encontrei de evitar que a mesma pessoa, por engano, vote duas vezes no mesmo álbum.

SLIDES SHOW DA  6ª A

1ª Votação 6ª A – “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA 6ª B

1ª Votação 6ª B “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA  6ª C

1ª Votação 6ª C “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA  6ª D

1ª Votação 6ª D “O meio ambiente que imagino amanhã”

Grata por sua participação.

Enquetes encerradas em 13/12/2009


CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula – 2009

9 dezembro, 2009

O projeto “CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por prioridade despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cor em papel sulfite. Elaborei esse projeto para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado (na Zona Leste de São Paulo).

Após uma sondagem na disciplina Educação Artística, realizada durante o primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade, trabalhei em sala de aula, nos dois outros semestres, os movimentos artísticos Surrealismo e Cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicado neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestre de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei, durante o segundo semestre, introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes, sendo que o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre, lancei o desafio de abrir um concurso de pintura com lápis de cor entre as 6ª séries com o tema: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ O concurso dividiu-se em três etapas e todo  processo encontra-se no link “Procedimento do concurso 2009”

Para visualizar as imagens, clique nos “SLIDE SHOW” abaixo.

SLIDE SHOW DA  6ª A

SLIDE SHOW DA 6ª B

SLIDE SHOW DA  6ª C

SLIDE SHOW DA  6ª D

Somente após essas fase é que percebi  que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual lançado pela escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDADES”. Cada classe teve um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que fosse contemplado o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurístico

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos trabalharam trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel,  maquete e o lápis de cor. Preocupada em desenvolver um trabalho bem fundamentado e em conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento, determinei que todos os trabalhos fossem fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos, sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma e arte contemporânea. Assim, eles não se prenderiam à perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir. nesse semestre apresentei ao grupo o artísta Paul Klee e suas obras, o que foi muito interessante.

Projeto

CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula

O projeto “CRIAR E RE_CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por primazia despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cores em papel sulfite. E, foi elaborado por mim, professora Elisa de Mello Kerr Azevedo, para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado – da zona leste de São Paulo.

Após uma sondagem na disciplina de ed. artística, realizada durante primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade trabalhei em sala de aula, os dois outros semestre, os movimentos artísticos: surrealismo e cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicados neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestres de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei o segundo semestre introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes o qual o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre lancei o desafio de abrir um concurso de arte nas classes. E, os quatro vencedores concorreriam a um segundo concurso entre as classes. Desta vez foi estabelecido um tema geral para as sextas séries: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ.

Somente neste momento percebi que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual da escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDAES”. Cada classe teria um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que contemplasse o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurísticos”

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos estão trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel, pintura em tela e maquete. Preocupada em desenvolver um trabalho de bem fundamentado e conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento determinei que todos os trabalhos fosse fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos. Mas sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma. Assim eles não se prenderiam a perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir.

Para finalizar o ano letivo, os alunos vão pintar uma tela com o mesmo tema.

O procedimento do concurso 2009

Na página Exposição “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ encontra-se  os trabalhos  realizados pelos alunos da 6ª série do EMEF-Eduardo Prado, sobre o tema citado,  separados por suas respectivas turmas: 6ª A; 6ª B; 6ª C e 6ª D.  O jure é composto por sete (7) membros (leiam seus currículos no final dessa página).  Para que o jure possa votar, publiquei uma enquete em cada exposição (protegidas por senha para que só eles tenham acesso)  onde ele poderá  expressar seu voto.

1ª etapa

Vissite o post Os melhores do “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ e, se você for um jurado, siga as instruções contidas neles.

6ª A – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª B – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª C – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª D – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

2ª Etapa

Após  o jurado  ter escolhido as três (3) melhores obras de cada classe serão publicadas um novo post em que cada jurado classificará a obra atribuindo um único valor  numérico em cada classe, separadamente, de 1 a 3.  a cada uma para que saibamos eles se incumbirão de classificá-las atribuindo um valor de 1 a 3, para que saibamos a colocação de cada um.  Após a contagem dos pontos, será publicado classificação das obras em seus turmas. Primeiro segundo e terceiro lugares.   Somente esses três primeiros colocados de cada turma participará da próxima etapa, o que totalizará 21 participantes.

3ª Etapa

Agora partiremos para a votação final.  Quando chegar nesse  momento, o jurado terá a sua frente apenas  21 obras. Sua incumbência será escolher as três que ache melhor dentre as 21 obras. Por isso será aberto num post com uma enquete, com senha.

OBS.: Todas as enquetes e votação estarão em post separados  protegidos por senha e que impede que a mesma pessoa possa votar duas vezes.

Boa sorte para aos participantes e boa votação ao jurado.

Reggio Emília: uma abordagem artística na educação infantil

19 outubro, 2009

No dia 29/09/2009 ministrei uma aula no curso de Pedagogia da   Universidade São Judas Tadeu -USJT-  a convite da profa. Dinéia Hypolitto. Para o profissional da educação e da área de artes, é sempre prazeroso contribuir com minhas futuras colegas e transmitir para elas a importância da Arte para a  aprendizagem da criança. Após a aula, prometi a(os) aluna(os) que deixaria aqui no blog as novas publicações sobre essa escola, sob o tema “escola de educação infantil italiana Reggio Emília”.  Para entender um pouco mais sobre o contexto da escola leia um pouco sobre o seu surgimento em Histórico da Reggio Emília e, os sites que indico na página Abordagem Reggio Emília .

Na edição da Revista Criança do professor de educação infantil no. 43 foi publicado  uma  entrevista com Bruna Elena Giacopini e Lanfranco Bassi  Reggio Emília: uma experiência inspiradora”, realizada por Vitória Faria e Alex Criado. Esta reportagem está muito interessante.

Também publicou, a partir da página 19,  e os integrantes do GAE – grupo ambiental de educação – o artigo escrito por Angélica Miranda do RJ/Rj e outros autores “Arquitetura e educação juntas para uma educação infantil melhor” que fala  sobre os espaços do ambiente escolar e sua importância para a aprendizagem da criança. Para a abordagem Reggio Emília o espaço de aprendizagem é muito importante, por isso aconselho que  leia.

A  revista também traz  para você o artigo sobre  “Faz de conta: invenção do possível” escrito por  Adriana Klisys de BH/MG, que muito lhe ajudará na disciplina de psicologia.

A edição 44  da Revista Criança do professor de educação infantil, por Joseli Pereira Lobo – professora de educação infantil da rede municipal de BH – escreve sobre “Um currículo centrado na arte”, continuando o tema da revista anterior. E, para aprofundar  um pouquinho mais em educação centrada na pessoa, sairemos da Revista Criança um pouquinho e vamos passear por outros links e ler sobre essa teoria de Carl Rogers em:  Humanismo – Carl Rogers e Concepção de Carl Rogers sobre aprendizagem.

De volta à revista,  Angélica Miranda realizou uma entrevista com a professora Léa Tiriba  com o tema  “Consciência Ecológica se aprende com o pé no chão”, muito boa também. Arrume um tempinho e leia com muito carinho, o planeta Terra agradece!

Bibliografia

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0153/aberto/mt_244113.shtml

EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. 10. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância . Porto Aelgre, RS: Artmed, 1999.

FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e; FERRAZ, Maria Heloisa Correa de Toledo. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993.

LEENHARDT, Pierre. A criança e a expressão. Lisboa: Editora Estampa, 1973.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 2 ed., São Paulo: Cortez,1995.

MAHONEY, Abigail A. e ALMEIDA, Laurinda R do. A constituição da pessoa: na proposta de Henry Wallon. São Paulo: Ed. Loyola, 2002.

PARRAMON, Jose Maria. Luz e sombra em desenho artístico. Rio de Janeiro: Ibero-americano, 1986.

ROGERS, Calrs R. “Liberdade de aprender em nossa década”. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.

_____________. “Tornar-se pessoa”. Trad. Manuel J. C. Ferreira, 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Boa leitura.

Elisa Mello Kerr

O livro: entre o leitura e a preservação

31 agosto, 2009

Sexta passada, dia 28/08/09, estive na FAENAC – Anhanguera Educacional –  em São Caetano do Sul, para proferir uma palestra aos alunos de Letras e História.  Deixo aqui, conforme prometi aos alunos, um breve relato e a bibliografia para pesquisa.

A universalização do saber – um histórico das bibliotecas, a quem era permitido o acesso, como o conhecimento era desenvolvido dentro delas e o formato do livro:

  • Bibliotecas de Alexandria e Pérgamo
  • Codex – formato do precursor do livro atual;

Palavras do Abade  aos monges beneditinos copistas: “Escrevei! Uma letra traçada neste mundo vos resgatará de um pecado no céu.” (MARTINS, 2001:99).

Monge em seu exercício diário de regeneração. Jean Miélot (d. 1472) - Europa medieval, os monges reproduziam livros copiando diligentemente os textos. Este trabalho se realizava em uma sala do mosteiro denominada scriptorium, idealizada para este propósito para este propósito.

Monge em seu exercício diário de regeneração. Jean Miélot (d. 1472) - Europa medieval, os monges reproduziam livros copiando diligentemente os textos. Este trabalho se realizava em uma sala do mosteiro denominada scriptorium, idealizada para este propósito para este propósito.

  • Gutenberg (tipos móveis);
  • Incunábulos  – Livros impressos com tipos móveis entre 1455 a 1500;
  • Libellus – livros portáteis dedicados a leitura prazerosas: romances, livro de preces, etc;
  • Liberdade – Quem determina o que vamos ler?;
  • Livro eletrônico – Será que o conhecimento será universalizado?

O livro e sua história – o livro como registro da evolução histórica do homem: o conteúdo do livro,  a arte dos livreiros e a tradição dos encadernadores e colecionadores, que estão registrados em sua confecção.

Capa de De Vita Leonis Decimi Pont(*), de P. Jovius (1549), encadernado por Claude de Picques para Jean Grolier.

Evangelho de S. João (séc. VII).   A ornamentação, com linhas pintadas em azul e amarelo sobre couro vermelho, traz os entrelaços característicos do estilo celta

Capa em mosaico – técnica que utiliza recortes de couro de cores variadas, embutidos ou superpostos – realizada por Augustin du Seuil para a edição de Daphnis et Chloé pertencente ao Regente (1718).

Conservação de livros – critérios éticos dessa profissão e alguns procedimentos utilizados em livros.

Reparos em lombadas – as fragilidades da lombada do livro e um exemplo de conservação.

Acondicionamento inadequado – de livros; documentos enrolados; documentos dobrados; douração manual.

Educação patrimonial – a importância de começarmos esse trabalho na infância.

Sugestão de sites para pesquisa

http://bichopapel.blogspot.com

http://www.ateliermachado.com.br

http://www.comphap.uns.arq.br

http://www.escritoriodolivro.com.br

http://www.moleiro.com

http://www.museu.gulbenkian.pt

http://www.ump.edu.br

http://www.unostiposduros.com

http://pt.wikipedia.org/wiki

Esse blog – art|educando – também possui várias publicações sobre livros, encadernações e dicas de como conservar seus livros.

Bibliografia

ARANTES, Antônio Augusto. Estratégias de construção de patrimônio cultural/ Produzindo o Passado. São Paulo: brasiliense. 1984.

ASSUNÇÃO, Paulo de. Patrimônio. São Paulo: Loyola, 2003.

BECK, Ingrid. Conservação e restauro de documentos em suporte papel. In: GRANATO, Marcus (Org). Conservação de acervos / Museu de Astronomia e Ciências Afins. Rio de Janeiro: MAST, 2007, p. 54-60.

BRUNET, Rosa. MANADÉ, Maria. Como organizar una biblioteca. España: CEAC, 1986.

CANFORA, Luciano. A biblioteca desaparecida: histórias da biblioteca de Alexandria. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora UNESP/ Imprensa Oficial do Estado, 1999.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. Lisboa: Edições 70, 2000.

GRANATO, Marcus (Org). Conservação de acervos/ Museu de Astronomia e Ciências Afins. Rio de Janeiro: MAST, 2007.

CRUZ, Anamaria da Costa; MENDES, Maria Tereza Reis. A Biblioteca: para o técnico e suas tarefas. Niterói: Intertexto, 2000.

Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo. O direito a memória: patrimônio histórico e cidadania. São Paulo:DHP. 1992

EL FAR, Alessandra. O livro e a leitura no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1970.

FEBVRE, Lucien; Martin, Henry-Jean. O aparecimento do livro. Trad. Fúlvia M. L. Moretto, Guacira Marcondes machado. São Paulo: UNESP, 1992.

FLOWER, Derek Adie. Biblioteca da Alexandria – As histórias da maior biblioteca da antiguidade / Tradução de Otacílio Nunes e Valter Ponte. São Paulo: Nova Alexandria, 2002.

FONSECA, Edson Nery da. Introdução a biblioteconomia. São Paulo: Pioneira, 1992.

GUTHS, Saulo e CARVALHO, Claudia S. R. Conservação preventiva: ambientes próprios para coleções. In: GRANATO, Marcus (Org). Conservação de acervos/ Museu de Astronomia e Ciências Afins. Rio de Janeiro: MAST, 2007, p. 25-44.

HOURANI, Albert Habid. Uma história dos povos árabes. São Paulo: Companhia das Letras, 2001

JEAN, Georges. A escrita – memória dos homens. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. São Paulo: Companhia das Letras. 1997.

MARTINS, Wilson. A palavra escrita– história do livro, da imprensa e da biblioteca. São Paulo: Ática, 2001.

MORAES, Rubens Borba de. Livros e Bibliotecas no Brasil Colonial. 2 ed. Brasília: Briquet de Lemos/ Livros, 2006

SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à independência do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

VALENTE, Maria Esther. A conquista do caráter público do museu. In: GOUVEA, Guaracira; MARANDINO, Martha; LEAL, Maria Cristina (Orgs.). Educação e museu: a construção social do caráter do educativo dos museus de Ciências. Rio de Janeiro: Access, 2003.

Papel e lápis de cor: exposição dos trabalhos

10 julho, 2009

No bimestre passado (fevereiro, março – e abril – de 2009), meus alunos e eu, profª Elisa, na disciplina Artes, na 6.ª série (7.º ano),  trabalhamos a composição plástica e seu elemento principal: a linha: linhas retas, paralelas, verticais, horizontais, perpendiculares, curvas, mistas, quebradas e angulares. Depois trabalhamos as formas geométricas: círculos, circunferências, quadrados, retângulos, trapézios, losangos e triângulos.

Todos esses conceitos foram transformados em desenhos muito criativos realizados pelos alunos.  Aprendemos, também, algumas técnicas de  uso do lápis de cor.

Neste bimestre (maio e junho – e julho – de 2009), trabalhamos em conjunto com a História da Arte.  Os artistas escolhidos para pesquisa e observação de suas obras foram: Kandinsky, Miró e Salvador Dalí.

Após observação de muitas obras desses renomados artistas, sugeri que realizassem as atividades de acordo com as metas descritas abaixo:

1º- Executariam três desenhos distintos e abstratos, utilizando linhas, formas geométricas e deformação da imagem;

2ª – Realizariam uma obra de cada vez, observando os erros e acertos, e somente depois dessa reflexão sobre seu próprio trabalho poderiam passar para a próxima ilustração;

3ª – Teriam de explorar as técnicas de  uso do lápis de cor; o fundo da ilustração teria de ser bem trabalhado e fazer parte da composição da imagem.

Parabéns alunos das 6ª séries, vocês fizeram um ótimo trabalho!

Vejam abaixo as melhores composições das turmas A, B, C e D:

Aulas ministradas no Ensino Fundamental II da Escola Municipal Eduardo Prado na zona leste de São Paulo,  primeiro semestre de  2009 – Professora Elisa M. Kerr.

Art|educando na CBN

27 junho, 2009

Hoje passei por uma experiência bem diferente. Fui entrevistada pela Tânia Morales em seu programa “CBN Revista” para discutir sobre o uso do blog como veículo educacional. Embora eu estivesse um pouco tensa,  foi muito gostoso. Clique aqui para ir para a página da CBN. Agradeço seu comentário!

Mais uma vez agradeço à CBN e à Tânia Morales pela oportunidade de falar sobre esse assunto que é tão importante para mim.

Rádio CBN sábado, 27/06/2009


Projeto Educacional: CA-AM, a “rádio” dos meus alunos

25 junho, 2009

Todo semestre os professores do Curso de Alfabetização de Jovens e Adultos do programa de  Extensão da  Universidade São Judas Tadeu precisam elaborar um projeto interdisciplinar. Este semestre o tema escolhido por alunos e professores foi“A influência da mídia na sociedade”. Grande parte das atividades das diversas  disciplinas foram pautadas nesse tema.

Minha disciplina é Artes e meus alunos, insistentemente, pediam que eu elaborasse uma peça teatral para encenarem no encerramento do semestre.  A princípio, relutei um pouco, mas resolvi aceitar. Juntamente com a disciplina de História,  montamos uma peça teatral: “Rádio CA-AM  54 a 85 kHz: a rádio que conta a nossa história (clique e tenha acesso a peça e toda a bibliografia consultada para para sua elaboração). Foi montada a linha do tempo entre 1954 e 1984, na qual transmitiam- se momentos históricos e artísticos desse período.  Durante a peça o locutor anunciava a frequencia da rádio de acordo com o ano dos acontecimentos.

Essa peça só foi possível porque todos os professores nos auxiliaram:  participaram das encenações, ensaiaram os alunos, treinaram a leitura adequada para a peça e a coreografia. Foi muito gostoso ver o envolvimento de todos nesse trabalho.

Essa peça educacional não tem a pretensão de formar atores, nem locutores, muito menos cantores. Nossa intenção foi promover a aprendizagem dos educandos de forma lúdica, participativa e com grande envolvimento dos participantes para que possam refletir sobre cada período histórico e perceber os benefícios e perigos do uso da mídia na sociedade.

P.S. O nome CA- AM foi inspirado no CAAM – Centro de Alfabetização Alzira Altenfelder Mesquita que no próximo semestre passa a se chamar CEAM – Centro Educacional Alzira Altenfelder Mesquita .

Vejam as fotos .

A peça foi encenada no Teatro 90º da USJT.

Capas de portfólios

12 fevereiro, 2009

Hoje quero publicar diversas capas de portfólio elaboradas pelos(as) alunos(as) do 1.º ano do curso de Pedagogia – 2008 da USJT, para a disciplina Fundamentos da Educação Infantil, ministrada pela professora Dinéia Hypolitto – Mestre em Educação  PUC-SP e especialista em Avaliação pela UNB- DF. Assista ao video em que a professora fala sobre portfolio – na Tv Cinenet.

Essas capas são do portfólio de estágio que os alunos da pedagogia constroem ao longo do primeiro ano do curso – uma exigência da disciplina citada acima. A decoração das capas desses trabalhos são as vivências ao realizar os estágios. Portanto, não se trata apenas de um trabalho artesanal, mas sim de sua representação simbólica e lúdica relacionada ao conteúdo do trabalho.

Escrevo  isso para mostrar a vocês a relevância da capa do portfólio para o aluno. Meu filho, por exemplo, passou a realizar as atividades destinadas ao portfólio com mais atenção e capricho depois que a capa foi elaborada, de acordo com suas idéias. A capa aumentou sua auto-estima e o sentimento de posse. Não eram apenas atividades escolares; era o seu portfólio!

Essa turma fez um trabalho belíssimo! Foi por isso que pedi a eles a autorização para fotografar e publicar seus trabalhos aqui no blog. Pena que não pensei nisso antes, pois teria publicado também as capas elaboradas pelas turmas de 2007 e 2006.


Clique na foto para ampiá-la.

Portfólio: relatório coletivo

5 fevereiro, 2009

Hoje, em especial, publico um exemplo de relatório que devemos fazer sobre o desenvolvimento da turma no decorrer de um projeto escolar. O relatório deve também ser anexado ao portfólio que a escola tem sobre o aluno. É um documento que ajuda a direcionar o educador em sua avaliação e dá à escola um respaldo quanto às contestações sobre notas atribuídas aos alunos que apresentem algumas dificuldades, seja de aprendizagem ou de mobilidade. Procedendo assim, podem-se atribuir a esses alunos notas altas pelo caminho percorrido na superação das dificuldades e da intensidade da dificuldade. Nesse relatório, em tais casos, o professor diz que não avalia o conteúdo e sim atitudes, emoções e superações.

Relatório coletivo das aulas de Educação Artística.

Nome do projeto “Teatro tal., tal,tal…”

Essas aulas foram elaboradas com a intenção de estimular a integração social dos alunos com necessidades educativas especiais no meio em que vivem.

Para promover essa socialização foi elaborado pelos professores das disciplinas de: (cite as disciplinas envolvidas) da Escola (nome da escola) o projeto interdisciplinar “Nome do projeto”

Na distribuição das atividades desse projeto, cada disciplina se responsabilizou por desenvolver um tipo de aprendizagem dos alunos. A disciplina Arte foi incumbida de trabalhar a socialização do grupo por meio de uma peça teatral.

Para melhor atingi-los, lançamos vários desafios no decorrer do projeto. Diante das dificuldades que já havíamos diagnosticado, percebemos que precisávamos assim extrair suas emoções e ajudá-los a superá-las elevando a auto-estima individual e do grupo.

Nesse projeto, a arte foi capaz de trabalhar e estimular a expressão verbal e corporal dos alunos, sem exigir deles o uso de suas competências cognitivas. Mas a elevação da auto-estima do grupo corroborou para a superação de desafios cognitivos em outras disciplinas.

Várias atividades foram realizadas durante o semestre: leitura de textos individual e coletivamente, interpretação espontânea de textos, definição dos papéis e equipe de apoio, o ensaio e montagem da peça teatral e, por fim, a apresentação da peças ao público escolar.

A avaliação da disciplina Artes foi resultante do desempenho, social e emocional, adquirido durante as aulas de teatro.

Esses alunos foram capazes de superar algumas das dificuldades emocionais interiorizadas e no relacionamento com os outros colegas de classe. Como resultado desse trabalho, eles se tornaram mais cooperativos e interagiram melhor no meio escolar.

Assim, foi possível atribuir nota a eles pelas habilidades adquiridas nessas aulas de Educação Artística. Portanto, o estímulo às suas conquistas foi a valoração que, nesse caso, consideramos o avanço social e superação de suas dificuldades emocionais, o que foi muito significativo.

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Nome da professora

Depois dessa ficha coletiva, elabore uma individual de cada aluno.Clique aqui para ver um exemplo.

Oficina de Papel Machê

23 outubro, 2008

Este post, em especial, é um agradecimento ao 1.º ano do Curso de Pedagogia da Universidade São Judas Tadeu. A Prof.ª Dinéia Hypolitto, docente da disciplina Fundamentos da Educação Infantil do referido curso, convidou-me, por ser professora de Educação Artistica, ministrar uma palestra sobre a Abordagem Reggio Emília.

Ao planejar as aulas teóricas, percebi a necessidade da montagem de uma oficina prática  sobre o tema em questão, e uma prática que levasse os alunos a  refletir sobre a produção realizada. Sendo ela uma amante das artes, e tendo consciência de sua importância para o desenvolvimento infantil, aceitou prontamente.

Propus à turma que trabalhássemos com modelagem, tendo como base exploratória o papel machê e máscaras de carnaval.

Assistam ao vídeo dos(as) alunos(as) durante a  oficina de máscaras.

No primeiro momento, os alunos aprenderam a trabalhar a massa de papel, e modelaram máscaras e algumas bonequinhas. No segundo momento, trabalhei a base teórica da abordagem. Por último, elas finalizaram as suas produções, e conversamos sobre as dificuldades encontradas durante a produção de todas as máscaras e bonequinhas. Essa reflexão é fundamental para o trabalho da Abordagem Reggio Emília para que a próxima produção atinja melhor os seus objetivos e desperte novas competências.

Por que papel machê?

Com o papel machê, podemos trabalhar em qualquer comunidade ou grupo social. Seja na escola ou em entidades sociais, com crianças ou adultos (nesse caso possibilita, ainda, ajudar no orçamento doméstico), pois não gastamos nada para fabricá-lo. Só precisamos de papéis que serão jogados no lixo. Com essa técnica, podemos trabalhar a consciência ambiental e a organização dos espaços de convivência das crianças. Basta ajudarmos nossos alunos a compreender que aquelas bolinhas de papel, ou aviõezinhos que voam pela sala de aula, enquanto não olhamos, podem se transformar em outros objetos construídos por suas próprias mãos.

O papel machê é utilizado pelos chineses desde II A.C. Fiquei admirada ao saber que eles fabricavam leme para seus barcos de papel machê impermeabilizado. Isso, e muitas outras curiosidades sobre a história dessa técnica você encontra no blog Um pouco do que eu gosto.

Por que modelagem?

A criança é artística por natureza. Logo nos primeiros anos, começa a explorar o mundo e a representá-lo por meio da arte: rabiscar, montar, desmontar, dançar, dramatizar, criar histórias, lutar, cantar etc. Por isso, não tenha receio de usar e abusar das representações artísticas em sala de aula.

A modelagem contribui para o desenvolvimento cerebral do ser humano em qualquer faixa etária. Por meio dela é possível estimular, o córtex cerebral, e acelerar seu desenvolvimento.

A pedagoga Silvia Mara da Silva nos diz que por meio da modelagem “… é possível estimular o córtex cerebral, e dessa forma, criar novas vias neurais que irão favorecer novas aprendizagens…”. Leia mais sobre a sua experiência no site Centro de Vida Independente .

A criança começa a se interessar por modelagem logo nos primeiros anos, e devemos explorar sua necessidade tátil para enriquecer seu desenvolvimento. Qualquer massa que colocarmos em suas mãozinhas ela tentará modelar. Com isso ela aprimora a percepção, a criatividade, a coordenação motora (principalmente a fina), a auto-expressão, a socialização etc.

Agora que sabemos sobre a importância da arte e da modelagem para o desenvolvimento infantil, devemos pensar em pequenas oficinas de aprendizagem por meio desta forma de expressão: a modelagem.

Na Abordagem Reggio Emília, o educando tem a oportunidade de escolher o material que deseja utilizar para representar suas inquietudes e pesquisas. A minha sugestão é que as professoras, primeiramente, montem pequenas oficinas diversificadas: uma de argila, outra de papel machê, outra de massinha feita de farinha ou comprada. Essa criança gozará do privilégio da escolha consciente para representações maiores (elas são capazes disso). Assim, ela reflete sobre sua produção, repensa seu fazer e até mesmo recomeça. Isso é autonomia!

Veja o resultado da oficina de papel machê.

Alguns dias após a oficina de papel machê,  as alunas(os) do curso de pedagogia  tiveram a oportunidade de participar da oficina massiducando, ministrada pela profª  Prof.ª Graziele Medeiros, na qual os mesmos alunos(as) tiveram a oportunidade de aprender atrabalhar com massinha. Clique aqui para visitar essa oficina. Veja também o projeto da disciplina Ludicidade, da turma de pedagogia da Faculdade de Visconde de Cairu , BA, no blog da Manúpink.