Archive for the ‘Projetos’ Category

1ª etapa – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

9 dezembro, 2009

Cada júri escolherá quatro obras de cada slides show (turma), para tal há uma enquete para cada álbum de fotos correspondente a cada turma. Os  desenhos possuem um número no canto direito que corresponde ao número ao seu número na enquete.

Atenção, você terá que atribuir seus quatros votos, em cada enquete, de uma única vez  (a enquete não permite que você a acesse duas vezes, por isso tenha em mãos os seus quatro candidatos).  Essa foi a forma que encontrei de evitar que a mesma pessoa, por engano, vote duas vezes no mesmo álbum.

SLIDES SHOW DA  6ª A

1ª Votação 6ª A – “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA 6ª B

1ª Votação 6ª B “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA  6ª C

1ª Votação 6ª C “O meio ambiente que imagino amanhã”

SLIDES SHOW DA  6ª D

1ª Votação 6ª D “O meio ambiente que imagino amanhã”

Grata por sua participação.

Enquetes encerradas em 13/12/2009


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CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula – 2009

9 dezembro, 2009

O projeto “CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por prioridade despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cor em papel sulfite. Elaborei esse projeto para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado (na Zona Leste de São Paulo).

Após uma sondagem na disciplina Educação Artística, realizada durante o primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade, trabalhei em sala de aula, nos dois outros semestres, os movimentos artísticos Surrealismo e Cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicado neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestre de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei, durante o segundo semestre, introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes, sendo que o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre, lancei o desafio de abrir um concurso de pintura com lápis de cor entre as 6ª séries com o tema: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ O concurso dividiu-se em três etapas e todo  processo encontra-se no link “Procedimento do concurso 2009”

Para visualizar as imagens, clique nos “SLIDE SHOW” abaixo.

SLIDE SHOW DA  6ª A

SLIDE SHOW DA 6ª B

SLIDE SHOW DA  6ª C

SLIDE SHOW DA  6ª D

Somente após essas fase é que percebi  que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual lançado pela escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDADES”. Cada classe teve um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que fosse contemplado o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurístico

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos trabalharam trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel,  maquete e o lápis de cor. Preocupada em desenvolver um trabalho bem fundamentado e em conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento, determinei que todos os trabalhos fossem fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos, sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma e arte contemporânea. Assim, eles não se prenderiam à perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir. nesse semestre apresentei ao grupo o artísta Paul Klee e suas obras, o que foi muito interessante.

Projeto

CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula

O projeto “CRIAR E RE_CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por primazia despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cores em papel sulfite. E, foi elaborado por mim, professora Elisa de Mello Kerr Azevedo, para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado – da zona leste de São Paulo.

Após uma sondagem na disciplina de ed. artística, realizada durante primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade trabalhei em sala de aula, os dois outros semestre, os movimentos artísticos: surrealismo e cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicados neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestres de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei o segundo semestre introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes o qual o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre lancei o desafio de abrir um concurso de arte nas classes. E, os quatro vencedores concorreriam a um segundo concurso entre as classes. Desta vez foi estabelecido um tema geral para as sextas séries: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ.

Somente neste momento percebi que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual da escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDAES”. Cada classe teria um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que contemplasse o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurísticos”

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos estão trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel, pintura em tela e maquete. Preocupada em desenvolver um trabalho de bem fundamentado e conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento determinei que todos os trabalhos fosse fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos. Mas sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma. Assim eles não se prenderiam a perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir.

Para finalizar o ano letivo, os alunos vão pintar uma tela com o mesmo tema.

O procedimento do concurso 2009

Na página Exposição “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ encontra-se  os trabalhos  realizados pelos alunos da 6ª série do EMEF-Eduardo Prado, sobre o tema citado,  separados por suas respectivas turmas: 6ª A; 6ª B; 6ª C e 6ª D.  O jure é composto por sete (7) membros (leiam seus currículos no final dessa página).  Para que o jure possa votar, publiquei uma enquete em cada exposição (protegidas por senha para que só eles tenham acesso)  onde ele poderá  expressar seu voto.

1ª etapa

Vissite o post Os melhores do “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ e, se você for um jurado, siga as instruções contidas neles.

6ª A – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª B – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª C – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª D – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

2ª Etapa

Após  o jurado  ter escolhido as três (3) melhores obras de cada classe serão publicadas um novo post em que cada jurado classificará a obra atribuindo um único valor  numérico em cada classe, separadamente, de 1 a 3.  a cada uma para que saibamos eles se incumbirão de classificá-las atribuindo um valor de 1 a 3, para que saibamos a colocação de cada um.  Após a contagem dos pontos, será publicado classificação das obras em seus turmas. Primeiro segundo e terceiro lugares.   Somente esses três primeiros colocados de cada turma participará da próxima etapa, o que totalizará 21 participantes.

3ª Etapa

Agora partiremos para a votação final.  Quando chegar nesse  momento, o jurado terá a sua frente apenas  21 obras. Sua incumbência será escolher as três que ache melhor dentre as 21 obras. Por isso será aberto num post com uma enquete, com senha.

OBS.: Todas as enquetes e votação estarão em post separados  protegidos por senha e que impede que a mesma pessoa possa votar duas vezes.

Boa sorte para aos participantes e boa votação ao jurado.

Reggio Emília: uma abordagem artística na educação infantil

19 outubro, 2009

No dia 29/09/2009 ministrei uma aula no curso de Pedagogia da   Universidade São Judas Tadeu -USJT-  a convite da profa. Dinéia Hypolitto. Para o profissional da educação e da área de artes, é sempre prazeroso contribuir com minhas futuras colegas e transmitir para elas a importância da Arte para a  aprendizagem da criança. Após a aula, prometi a(os) aluna(os) que deixaria aqui no blog as novas publicações sobre essa escola, sob o tema “escola de educação infantil italiana Reggio Emília”.  Para entender um pouco mais sobre o contexto da escola leia um pouco sobre o seu surgimento em Histórico da Reggio Emília e, os sites que indico na página Abordagem Reggio Emília .

Na edição da Revista Criança do professor de educação infantil no. 43 foi publicado  uma  entrevista com Bruna Elena Giacopini e Lanfranco Bassi  Reggio Emília: uma experiência inspiradora”, realizada por Vitória Faria e Alex Criado. Esta reportagem está muito interessante.

Também publicou, a partir da página 19,  e os integrantes do GAE – grupo ambiental de educação – o artigo escrito por Angélica Miranda do RJ/Rj e outros autores “Arquitetura e educação juntas para uma educação infantil melhor” que fala  sobre os espaços do ambiente escolar e sua importância para a aprendizagem da criança. Para a abordagem Reggio Emília o espaço de aprendizagem é muito importante, por isso aconselho que  leia.

A  revista também traz  para você o artigo sobre  “Faz de conta: invenção do possível” escrito por  Adriana Klisys de BH/MG, que muito lhe ajudará na disciplina de psicologia.

A edição 44  da Revista Criança do professor de educação infantil, por Joseli Pereira Lobo – professora de educação infantil da rede municipal de BH – escreve sobre “Um currículo centrado na arte”, continuando o tema da revista anterior. E, para aprofundar  um pouquinho mais em educação centrada na pessoa, sairemos da Revista Criança um pouquinho e vamos passear por outros links e ler sobre essa teoria de Carl Rogers em:  Humanismo – Carl Rogers e Concepção de Carl Rogers sobre aprendizagem.

De volta à revista,  Angélica Miranda realizou uma entrevista com a professora Léa Tiriba  com o tema  “Consciência Ecológica se aprende com o pé no chão”, muito boa também. Arrume um tempinho e leia com muito carinho, o planeta Terra agradece!

Bibliografia

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0153/aberto/mt_244113.shtml

EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. 10. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância . Porto Aelgre, RS: Artmed, 1999.

FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e; FERRAZ, Maria Heloisa Correa de Toledo. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993.

LEENHARDT, Pierre. A criança e a expressão. Lisboa: Editora Estampa, 1973.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 2 ed., São Paulo: Cortez,1995.

MAHONEY, Abigail A. e ALMEIDA, Laurinda R do. A constituição da pessoa: na proposta de Henry Wallon. São Paulo: Ed. Loyola, 2002.

PARRAMON, Jose Maria. Luz e sombra em desenho artístico. Rio de Janeiro: Ibero-americano, 1986.

ROGERS, Calrs R. “Liberdade de aprender em nossa década”. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.

_____________. “Tornar-se pessoa”. Trad. Manuel J. C. Ferreira, 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Boa leitura.

Elisa Mello Kerr

Discussão: Posso intervir no livro de outra pessoa?

1 setembro, 2009

Este post é para meus alunos do projeto “A arte de encadernar” do CEAM – Centro Educacional profª Alzira Mesquita Alterfelder – USJT. Mas, caro visitante, se quiser fazer parte dessa discussão fique à vontade. Sua opinião é de grande valia para esse questionamento.

Hoje verifiquei que um blogueiro indica uma de minhas publicações no seu blog,  o que me deixou muito lisonjeada.

Peço a você,   aluno(a) do CEAM, que participa do projeto “A arte de encadernar”, que  entre no Blog Além das Curvas (blog do Professor Enoch Filho) e leia, atentamente, a matéria do professor Enoch.  Em seguida,  leia  os  comentários dos visitantes. Feito isso,  reflita sobre o que você já  aprendeu em aula, no CEAM,  e compare com o que acabou de ler no blog do colega acima.

Agora, peço a  você que se arrisque um pouco e registre sua opinião (aqui no blog)  sobre as   perguntas abaixo (ou comentem no geral) o que você pensa sobre o assunto. Façam isso livremente, sem se preocupar com o certo ou errado, apenas comente. E, para enriquecer seus argumentos, seja eles a favor ou contra, sugiro a leitura de algumas postagem publicadas (anteriormente) no art|educando  especialmente  para os alunos do projeto:

Como conservar seus livros

Restauração de livros

Conservação preventiva…

O que parece errado nem sempre o é

Preservar para não restaurar

Restauração de mobílias

Restauração: o limite que não deve ser ultrapassado

Por dentro da lombada

Atelier de restauração

Descubra se seu livro está bem encadernado


1º Devo escrever  em livros públicos ou de outra pessoa?

2º E em meus próprios livros, devo escrever?

3º O que você acha da  intervenção  feita no livro da foto?

4º Você gostaria que alguém realizasse  esse tipo de intervenção em seu livro?  Explique sua resposta.

5º Pode-se usar fita adessiva, durex, etiquetas auto adesivas ou cola branca em livros?

Fotos: Blog Além das Curvas

Boa reflexão sobre a polêmica.

Papel e lápis de cor: exposição dos trabalhos

10 julho, 2009

No bimestre passado (fevereiro, março – e abril – de 2009), meus alunos e eu, profª Elisa, na disciplina Artes, na 6.ª série (7.º ano),  trabalhamos a composição plástica e seu elemento principal: a linha: linhas retas, paralelas, verticais, horizontais, perpendiculares, curvas, mistas, quebradas e angulares. Depois trabalhamos as formas geométricas: círculos, circunferências, quadrados, retângulos, trapézios, losangos e triângulos.

Todos esses conceitos foram transformados em desenhos muito criativos realizados pelos alunos.  Aprendemos, também, algumas técnicas de  uso do lápis de cor.

Neste bimestre (maio e junho – e julho – de 2009), trabalhamos em conjunto com a História da Arte.  Os artistas escolhidos para pesquisa e observação de suas obras foram: Kandinsky, Miró e Salvador Dalí.

Após observação de muitas obras desses renomados artistas, sugeri que realizassem as atividades de acordo com as metas descritas abaixo:

1º- Executariam três desenhos distintos e abstratos, utilizando linhas, formas geométricas e deformação da imagem;

2ª – Realizariam uma obra de cada vez, observando os erros e acertos, e somente depois dessa reflexão sobre seu próprio trabalho poderiam passar para a próxima ilustração;

3ª – Teriam de explorar as técnicas de  uso do lápis de cor; o fundo da ilustração teria de ser bem trabalhado e fazer parte da composição da imagem.

Parabéns alunos das 6ª séries, vocês fizeram um ótimo trabalho!

Vejam abaixo as melhores composições das turmas A, B, C e D:

Aulas ministradas no Ensino Fundamental II da Escola Municipal Eduardo Prado na zona leste de São Paulo,  primeiro semestre de  2009 – Professora Elisa M. Kerr.

Art|educando na CBN

27 junho, 2009

Hoje passei por uma experiência bem diferente. Fui entrevistada pela Tânia Morales em seu programa “CBN Revista” para discutir sobre o uso do blog como veículo educacional. Embora eu estivesse um pouco tensa,  foi muito gostoso. Clique aqui para ir para a página da CBN. Agradeço seu comentário!

Mais uma vez agradeço à CBN e à Tânia Morales pela oportunidade de falar sobre esse assunto que é tão importante para mim.

Rádio CBN sábado, 27/06/2009


Projeto Educacional: CA-AM, a “rádio” dos meus alunos

25 junho, 2009

Todo semestre os professores do Curso de Alfabetização de Jovens e Adultos do programa de  Extensão da  Universidade São Judas Tadeu precisam elaborar um projeto interdisciplinar. Este semestre o tema escolhido por alunos e professores foi“A influência da mídia na sociedade”. Grande parte das atividades das diversas  disciplinas foram pautadas nesse tema.

Minha disciplina é Artes e meus alunos, insistentemente, pediam que eu elaborasse uma peça teatral para encenarem no encerramento do semestre.  A princípio, relutei um pouco, mas resolvi aceitar. Juntamente com a disciplina de História,  montamos uma peça teatral: “Rádio CA-AM  54 a 85 kHz: a rádio que conta a nossa história (clique e tenha acesso a peça e toda a bibliografia consultada para para sua elaboração). Foi montada a linha do tempo entre 1954 e 1984, na qual transmitiam- se momentos históricos e artísticos desse período.  Durante a peça o locutor anunciava a frequencia da rádio de acordo com o ano dos acontecimentos.

Essa peça só foi possível porque todos os professores nos auxiliaram:  participaram das encenações, ensaiaram os alunos, treinaram a leitura adequada para a peça e a coreografia. Foi muito gostoso ver o envolvimento de todos nesse trabalho.

Essa peça educacional não tem a pretensão de formar atores, nem locutores, muito menos cantores. Nossa intenção foi promover a aprendizagem dos educandos de forma lúdica, participativa e com grande envolvimento dos participantes para que possam refletir sobre cada período histórico e perceber os benefícios e perigos do uso da mídia na sociedade.

P.S. O nome CA- AM foi inspirado no CAAM – Centro de Alfabetização Alzira Altenfelder Mesquita que no próximo semestre passa a se chamar CEAM – Centro Educacional Alzira Altenfelder Mesquita .

Vejam as fotos .

A peça foi encenada no Teatro 90º da USJT.

Programação da Semana – Turma INI1A 2009 – RIC – USJT

16 junho, 2009

Este post é válido para os alunos de  Metodologia Científica do RIC da Universidade São Judas Tadeu – Turma INI1A 2009

Dia 17 de junho de 2009 às h18h e 45min haverá a Banca de Iniciação Científica: Dislexia e produção científica – Análise das bases de dados Medline e PsycInfo, no Auditório do subsolo. Caso você resolva assistir a defesa do trabalho realizado por seu colega do RIC,  faça um comentário com suas considerações sobre o tema desenvolvido.

Dia 18 de junho de 2009 às 16:30 será apresentada a peça de teatral educacional: “Rádio CA – AM 54 a 85 kHz: a rádio que conta a nossa história” – realizada pelos alunos da EJA do CAAM (Centro de Alfabetização Alzira Altenfelder Mesquita), do 9º ano (8ª série). Caso queira assitir, vá ao Teatro 90⁰ no andar intermediário da Universidade São Judas Tadeu.  Não se esqueça de fazer um comentário, aqui no blog,  com sugestões, críticas e sua opinião  sobre o tema.

Quem participar das atividades acima e postar um comentário,  nesse espaço, receberá presença equivalente ao dia da programação. Para os que não podem ir em nenhuma dessas programações, estarei na sala de aula para ajudá-los com seus trabalhos. Bom trabalho, turma! Profª Elisa Kerr.

Dinéia Hypolitto fala sobre a formação continuada e HQs na educação

11 junho, 2009

Leia na íntegra a reportagem publicada pela  Revista Mundo Escola, com a Mestre em Educação   Dinéia Hypolitto, docente da Universidade São Judas Tadeu nos cursos de Formação de Professores e Pedagogia.

Imagem da própria revistaImagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 34.

Professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes.

Fonte: Revista Mundo Escola, Número 1, Editora Positivo, Abril/2009

POR FLORA QUEDES

A formação continuada dos professores ao lado de um projeto político-pedagógico sólido e de uma direção forte são os caminhos para melhorar a educação brasileira. Para Dinéia Hypolitto, mestre em educação pelo programa de pós-graduação em educação e currículo da PUC-SP, o profissional consciente sabe que sua formação não termina na universidade. “Esta lhe aponta caminhos, fornece conceitos e idéias, a matéria-prima de sua especialidade. O resto é por sua conta. Muitos professores, mesmo tendo sido assíduos, estudiosos e brilhantes, tiveram de aprender na prática, estudando, pesquisando, observando, errando muitas vezes, até chegarem ao profissional competente que são hoje”, afirma. Afinal, um professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes. “A formação continuada deveria ser um processo que não poderia ter um fim, pois ser professor é assumir um compromisso com o conhecimento e a cultura elaborada, e isso implica renová-la e renovar-se por meio dos diálogos com os textos, as pesquisas e com as novas gerações”, defende. Idéia reforçada por Paulo Freire, que afirmava que: “ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão da prática”.

TEMPO E RECURSOS

De fato, o professor precisa ter muita força de vontade para não desistir da formação continuada. A falta de tempo para participar dos programas de formação continuada, dupla jornada de trabalho, ofertas de cursos que não partem da realidade de necessidade do professor, a falta de recursos financeiros para o investimento em cursos ou na compra de livros são algumas das dificuldades elencadas por Dinéia Hypolitto, também especialista em avaliação pela Universidade de Brasília (UnB) e em didática do ensino superior pela Universidade São Judas Tadeu, onde atua na formação de professores e como coordenadora pedagógica. Segundo ela, ainda há o problema das políticas públicas serem descontínuas em relação à formação continuada, principalmente, na mudança de governos, o que contribui para o fracasso desses programas. “Os professores devem administrar a sua própria formação contínua, estudando, participando das manifestações e reflexões pedagógicas, trabalhar em equipe e trocar experiências para diferenciar o seu ensino, usar o trabalho coletivo dentro da escola e em serviço ao lado de seus pares, para melhorar a sua formação e o desempenho de seus alunos”, orienta.

AUTOAVALIAÇÃO

A especialista pontua que o professor só se torna capaz de implementar mudanças no cotidiano escolar, a partir de uma reflexão sobre si mesmo e suas ações. “A avaliação da prática leva-o a descobrir falhas e possibilidades de melhoria, pois quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional. O professor em formação permanente está sempre a repensar o currículo, a metodologia e os objetivos. Autoavalia-se de forma crítica e reflexiva. Ouve os seus alunos, deixa que eles expressem o que sentem, pensam, querem, e isso auxilia o professor a reorientar a sua ação pedagógica”, orienta Hypolitto.

Imagem retirada da própria revista
Imagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 35.

“Quando a reflexão permear a prática docente e de vida, a formação continuada será exigência “sine qua non” para que o home se mantenha vivo, energizado, atuante no seu espaço histórico, crescendo no saber e na responsabilidade. A formação continuada não se apresenta por si só como a solução para os problemas de qualidade no ensino, mas abre perspectivas de construir ações coletivas, na busca da qualificação do trabalho docente”, acrescenta ela, dizendo que a escola que possui professores em constante formação continuada tem resultados satisfatórios.

COMO FAZER

Primeiramente, a professora Dinéia Hypolitto orienta que os professores se informem sobre o que fazem os colegas e iniciem a formação contínua no espaço escolar. O trabalho no horário coletivo desenvolvido pelo coordenador pedagógico, toda semana, apresenta resultados mais efetivos, porque promove intercâmbio de experiências e a possibilidade de tematizar a prática. “É o momento para refletir o dia a dia dentro da sala de aula. Esse horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) é para melhorar a formação continuada, fazer as leituras indicadas pela coordenadora pedagógica e estudar os conteúdos específicos para o ano que leciona”, detalha.

Segundo a especialista, o HTPC é o espaço mais rico para o aprimoramento do professor, e dentro do seu próprio ambiente de trabalho. Existem outros caminhos para o aperfeiçoamento: a educação a distância, participação em seminários presenciais e/ou virtuais, intercâmbio nacional e internacional, reflexões pedagógicas, grupos de estudo e pesquisa, cursos de curta e longa duração, programas governamentais em parceria com universidades e as escolas, e a administração de sua própria formação contínua – lendo, participando de congressos, palestras e simpósios. Outras duas alternativas para o professor são a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que une o Ensino Presencial e o Ensino a Distância para a democratização do conhecimento, e a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores de Educação Básica.

Leia também a outra entrevista concedida pela professora Dinéia Hypolitto, juntamente com outros profissionais,  a  Revista Língua Portuguesa, número 43, Maio/2009, com o título: HQ´s conquistam respeitabilidade,  viram política de governo e mostram vigor como arte narrativa serial.

V CONCURSO ABER DE ENCADERNAÇÃO ARTÍSTICA – 2008/2009

9 junho, 2009

Olá pessoal! Postei no blog, há alguns dias,  o V CONCURSO ABER DE ENCADERNAÇÃO ARTÍSTICA – 2008/2009.  O evento de entrega dos prêmios aos vencedores aconteceu no dia 5 de junho  e contou com a presença dos dois júris do concurso: Dominic Riley e Michael Burke.

Inicialmente houve uma palestra  ministrada por Dominic, na qual ele relatou um pouco de suas  trajetórias profissionais demonstrando as encadernações artísticas realizadas por eles e os critérios adotados para a confecção dessas encadernações. Foi  maravilhoso!  Após esse belíssimo momento, Dona Thereza Brandão anunciou os ganhadores das categorias profissional e amador. Depois fomos até o saguão do Centro Cultural para apreciar essas encadernações.

Foi muito prazeroso olhar o fascínio no semblante dos alunos  ao observarem as encadernações artísticas, tanto as demonstradas por Dominic e Michael, como também as encadernações que participaram do concurso. Estavam todas lindas e bem confeccionadas, dignas de seu propósito.

Segue as lista dos ganhadores:

Categoria Profissional

1.º lugar Domingos da Silva Fiuza

2.º lugar Monica Schoenacker

3.º lugar Maria Teresa Ramos Dutra

Categoria Amador

1.º lugar Marco Antônio Pedrosa

2.os lugares: Ana Lúcia Bergano e Lia Canola Teixeira

3.º lugar: Lucas Dupin Melo

Mensão Honrosa

Natalia Zapella Rodrigues de Andrade

Enquanto olhávamos as encadernações, a turma,  Elisa Kerr (eu) e Américo Kerr, meu marido, tivemos a oportunidade de conversar um pouco com o Michael, que, por sinal, é muito agradável.

No centro o encadernador Michael, eu e Tamiris com nossos alunos ao nosso redor.

No centro o encadernador Michael Burke,Elisa Kerr e Tamiris Ciuccio com nossos alunos ao nosso redor.

As encadernações estão exposta no Centro Cultural são paulo até o  dia 5 de julho.

Tamiris, eu e nossos alunos no Centro Cultural de São Paulo.

TamirisCiuccio, Elisa Kerr e alguns de nossos alunos no Centro Cultural de São Paulo.