Art|educando na CBN

27 junho, 2009

Hoje passei por uma experiência bem diferente. Fui entrevistada pela Tânia Morales em seu programa “CBN Revista” para discutir sobre o uso do blog como veículo educacional. Embora eu estivesse um pouco tensa,  foi muito gostoso. Clique aqui para ir para a página da CBN. Agradeço seu comentário!

Mais uma vez agradeço à CBN e à Tânia Morales pela oportunidade de falar sobre esse assunto que é tão importante para mim.

Rádio CBN sábado, 27/06/2009


A arte de encadernar : papelaria artesanal – exposição de trabalhos 2009

27 junho, 2009

Vejam as encadernações  realizadas pelos participantes dos projetos:  “Arte de encadernar”.   Estão todas  belíssimas e muito criativas.

Monitores do projeto: Elisa M. Kerr e Tamiris Ciuccio

Monitores em treinamento : Juliana e Gabriel.

Projeto Educacional: CA-AM, a “rádio” dos meus alunos

25 junho, 2009

Todo semestre os professores do Curso de Alfabetização de Jovens e Adultos do programa de  Extensão da  Universidade São Judas Tadeu precisam elaborar um projeto interdisciplinar. Este semestre o tema escolhido por alunos e professores foi“A influência da mídia na sociedade”. Grande parte das atividades das diversas  disciplinas foram pautadas nesse tema.

Minha disciplina é Artes e meus alunos, insistentemente, pediam que eu elaborasse uma peça teatral para encenarem no encerramento do semestre.  A princípio, relutei um pouco, mas resolvi aceitar. Juntamente com a disciplina de História,  montamos uma peça teatral: “Rádio CA-AM  54 a 85 kHz: a rádio que conta a nossa história (clique e tenha acesso a peça e toda a bibliografia consultada para para sua elaboração). Foi montada a linha do tempo entre 1954 e 1984, na qual transmitiam- se momentos históricos e artísticos desse período.  Durante a peça o locutor anunciava a frequencia da rádio de acordo com o ano dos acontecimentos.

Essa peça só foi possível porque todos os professores nos auxiliaram:  participaram das encenações, ensaiaram os alunos, treinaram a leitura adequada para a peça e a coreografia. Foi muito gostoso ver o envolvimento de todos nesse trabalho.

Essa peça educacional não tem a pretensão de formar atores, nem locutores, muito menos cantores. Nossa intenção foi promover a aprendizagem dos educandos de forma lúdica, participativa e com grande envolvimento dos participantes para que possam refletir sobre cada período histórico e perceber os benefícios e perigos do uso da mídia na sociedade.

P.S. O nome CA- AM foi inspirado no CAAM – Centro de Alfabetização Alzira Altenfelder Mesquita que no próximo semestre passa a se chamar CEAM – Centro Educacional Alzira Altenfelder Mesquita .

Vejam as fotos .

A peça foi encenada no Teatro 90º da USJT.

Programação da Semana – Turma INI1A 2009 – RIC – USJT

16 junho, 2009

Este post é válido para os alunos de  Metodologia Científica do RIC da Universidade São Judas Tadeu – Turma INI1A 2009

Dia 17 de junho de 2009 às h18h e 45min haverá a Banca de Iniciação Científica: Dislexia e produção científica – Análise das bases de dados Medline e PsycInfo, no Auditório do subsolo. Caso você resolva assistir a defesa do trabalho realizado por seu colega do RIC,  faça um comentário com suas considerações sobre o tema desenvolvido.

Dia 18 de junho de 2009 às 16:30 será apresentada a peça de teatral educacional: “Rádio CA – AM 54 a 85 kHz: a rádio que conta a nossa história” – realizada pelos alunos da EJA do CAAM (Centro de Alfabetização Alzira Altenfelder Mesquita), do 9º ano (8ª série). Caso queira assitir, vá ao Teatro 90⁰ no andar intermediário da Universidade São Judas Tadeu.  Não se esqueça de fazer um comentário, aqui no blog,  com sugestões, críticas e sua opinião  sobre o tema.

Quem participar das atividades acima e postar um comentário,  nesse espaço, receberá presença equivalente ao dia da programação. Para os que não podem ir em nenhuma dessas programações, estarei na sala de aula para ajudá-los com seus trabalhos. Bom trabalho, turma! Profª Elisa Kerr.

Dinéia Hypolitto fala sobre a formação continuada e HQs na educação

11 junho, 2009

Leia na íntegra a reportagem publicada pela  Revista Mundo Escola, com a Mestre em Educação   Dinéia Hypolitto, docente da Universidade São Judas Tadeu nos cursos de Formação de Professores e Pedagogia.

Imagem da própria revistaImagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 34.

Professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes.

Fonte: Revista Mundo Escola, Número 1, Editora Positivo, Abril/2009

POR FLORA QUEDES

A formação continuada dos professores ao lado de um projeto político-pedagógico sólido e de uma direção forte são os caminhos para melhorar a educação brasileira. Para Dinéia Hypolitto, mestre em educação pelo programa de pós-graduação em educação e currículo da PUC-SP, o profissional consciente sabe que sua formação não termina na universidade. “Esta lhe aponta caminhos, fornece conceitos e idéias, a matéria-prima de sua especialidade. O resto é por sua conta. Muitos professores, mesmo tendo sido assíduos, estudiosos e brilhantes, tiveram de aprender na prática, estudando, pesquisando, observando, errando muitas vezes, até chegarem ao profissional competente que são hoje”, afirma. Afinal, um professor que estuda motiva seus alunos. É capaz de implementar mudanças no seu meio, autoavaliar de forma crítica e reflexiva o seu trabalho e acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes. “A formação continuada deveria ser um processo que não poderia ter um fim, pois ser professor é assumir um compromisso com o conhecimento e a cultura elaborada, e isso implica renová-la e renovar-se por meio dos diálogos com os textos, as pesquisas e com as novas gerações”, defende. Idéia reforçada por Paulo Freire, que afirmava que: “ninguém nasce educador ou marcado para ser educador. A gente se faz educador, a gente se forma, como educador, permanentemente, na prática e na reflexão da prática”.

TEMPO E RECURSOS

De fato, o professor precisa ter muita força de vontade para não desistir da formação continuada. A falta de tempo para participar dos programas de formação continuada, dupla jornada de trabalho, ofertas de cursos que não partem da realidade de necessidade do professor, a falta de recursos financeiros para o investimento em cursos ou na compra de livros são algumas das dificuldades elencadas por Dinéia Hypolitto, também especialista em avaliação pela Universidade de Brasília (UnB) e em didática do ensino superior pela Universidade São Judas Tadeu, onde atua na formação de professores e como coordenadora pedagógica. Segundo ela, ainda há o problema das políticas públicas serem descontínuas em relação à formação continuada, principalmente, na mudança de governos, o que contribui para o fracasso desses programas. “Os professores devem administrar a sua própria formação contínua, estudando, participando das manifestações e reflexões pedagógicas, trabalhar em equipe e trocar experiências para diferenciar o seu ensino, usar o trabalho coletivo dentro da escola e em serviço ao lado de seus pares, para melhorar a sua formação e o desempenho de seus alunos”, orienta.

AUTOAVALIAÇÃO

A especialista pontua que o professor só se torna capaz de implementar mudanças no cotidiano escolar, a partir de uma reflexão sobre si mesmo e suas ações. “A avaliação da prática leva-o a descobrir falhas e possibilidades de melhoria, pois quem não reflete sobre o que faz acomoda-se, repete erros e não se mostra profissional. O professor em formação permanente está sempre a repensar o currículo, a metodologia e os objetivos. Autoavalia-se de forma crítica e reflexiva. Ouve os seus alunos, deixa que eles expressem o que sentem, pensam, querem, e isso auxilia o professor a reorientar a sua ação pedagógica”, orienta Hypolitto.

Imagem retirada da própria revista
Imagem Mundo Escola, Número 1 , Editora Positivo, Abril/2009. Página 35.

“Quando a reflexão permear a prática docente e de vida, a formação continuada será exigência “sine qua non” para que o home se mantenha vivo, energizado, atuante no seu espaço histórico, crescendo no saber e na responsabilidade. A formação continuada não se apresenta por si só como a solução para os problemas de qualidade no ensino, mas abre perspectivas de construir ações coletivas, na busca da qualificação do trabalho docente”, acrescenta ela, dizendo que a escola que possui professores em constante formação continuada tem resultados satisfatórios.

COMO FAZER

Primeiramente, a professora Dinéia Hypolitto orienta que os professores se informem sobre o que fazem os colegas e iniciem a formação contínua no espaço escolar. O trabalho no horário coletivo desenvolvido pelo coordenador pedagógico, toda semana, apresenta resultados mais efetivos, porque promove intercâmbio de experiências e a possibilidade de tematizar a prática. “É o momento para refletir o dia a dia dentro da sala de aula. Esse horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) é para melhorar a formação continuada, fazer as leituras indicadas pela coordenadora pedagógica e estudar os conteúdos específicos para o ano que leciona”, detalha.

Segundo a especialista, o HTPC é o espaço mais rico para o aprimoramento do professor, e dentro do seu próprio ambiente de trabalho. Existem outros caminhos para o aperfeiçoamento: a educação a distância, participação em seminários presenciais e/ou virtuais, intercâmbio nacional e internacional, reflexões pedagógicas, grupos de estudo e pesquisa, cursos de curta e longa duração, programas governamentais em parceria com universidades e as escolas, e a administração de sua própria formação contínua – lendo, participando de congressos, palestras e simpósios. Outras duas alternativas para o professor são a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que une o Ensino Presencial e o Ensino a Distância para a democratização do conhecimento, e a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores de Educação Básica.

Leia também a outra entrevista concedida pela professora Dinéia Hypolitto, juntamente com outros profissionais,  a  Revista Língua Portuguesa, número 43, Maio/2009, com o título: HQ´s conquistam respeitabilidade,  viram política de governo e mostram vigor como arte narrativa serial.

V CONCURSO ABER DE ENCADERNAÇÃO ARTÍSTICA – 2008/2009

9 junho, 2009

Olá pessoal! Postei no blog, há alguns dias,  o V CONCURSO ABER DE ENCADERNAÇÃO ARTÍSTICA – 2008/2009.  O evento de entrega dos prêmios aos vencedores aconteceu no dia 5 de junho  e contou com a presença dos dois júris do concurso: Dominic Riley e Michael Burke.

Inicialmente houve uma palestra  ministrada por Dominic, na qual ele relatou um pouco de suas  trajetórias profissionais demonstrando as encadernações artísticas realizadas por eles e os critérios adotados para a confecção dessas encadernações. Foi  maravilhoso!  Após esse belíssimo momento, Dona Thereza Brandão anunciou os ganhadores das categorias profissional e amador. Depois fomos até o saguão do Centro Cultural para apreciar essas encadernações.

Foi muito prazeroso olhar o fascínio no semblante dos alunos  ao observarem as encadernações artísticas, tanto as demonstradas por Dominic e Michael, como também as encadernações que participaram do concurso. Estavam todas lindas e bem confeccionadas, dignas de seu propósito.

Segue as lista dos ganhadores:

Categoria Profissional

1.º lugar Domingos da Silva Fiuza

2.º lugar Monica Schoenacker

3.º lugar Maria Teresa Ramos Dutra

Categoria Amador

1.º lugar Marco Antônio Pedrosa

2.os lugares: Ana Lúcia Bergano e Lia Canola Teixeira

3.º lugar: Lucas Dupin Melo

Mensão Honrosa

Natalia Zapella Rodrigues de Andrade

Enquanto olhávamos as encadernações, a turma,  Elisa Kerr (eu) e Américo Kerr, meu marido, tivemos a oportunidade de conversar um pouco com o Michael, que, por sinal, é muito agradável.

No centro o encadernador Michael, eu e Tamiris com nossos alunos ao nosso redor.

No centro o encadernador Michael Burke,Elisa Kerr e Tamiris Ciuccio com nossos alunos ao nosso redor.

As encadernações estão exposta no Centro Cultural são paulo até o  dia 5 de julho.

Tamiris, eu e nossos alunos no Centro Cultural de São Paulo.

TamirisCiuccio, Elisa Kerr e alguns de nossos alunos no Centro Cultural de São Paulo.

A biblioteca de José Mindlin poderá ser acessada pela internet

21 maio, 2009

Olá pessoal, todos já sabem o quanto aprecio livros e bibliotecas e,  por isso, recomendo assistirem a reportagem que os reeportes do  Bom Dia Brasil fizeram  sobre  a nova biblioteca da USP  – Brasiliana (o acesso ao vídeo está muito lento!)parte do acervo do bibliófilo José Mindlin.

O que mais me impressiona nessa reportagem  é o “robozinho scaneador e, ou devorador de livros”.  A Brasiliana Digital – em função do robô, estará no espaço virtual antes mesmo do término da construção de seu espaço físico. Leiam a reportagem na integra (transcrição do vídeo realizada pela equipe da globo).

A biblioteca de José Mindlin poderá ser acessada pela internet

Fonte: Bom Dia Brasil 20/05/2009Rede Globo

Colecionador doou seus livros raros à USP. Um robô “devorador de livros” está escaneando os exemplares.

A paixão de um brasileiro por seus livros em breve vai ser compartilhada com todos nós. A universidade de São Paulo se prepara para receber parte da biblioteca Brasiliana, doada pelo empresário e colecionador José Mindlin.

Poderá ser acessado de qualquer parte do mundo, pela internet, e também fisicamente, em um prédio que está sendo construído para receber a Brasiliana. Um tesouro, de um homem sonhador, que vai se tornar público pelo esforço de gente que acredita que um grande país só se faz com cultura e educação.

É em um vazio moldado a ferro, onde ainda o concreto escorre, que caberá o conhecimento. A biblioteca por enquanto é toda imaginação. “São três andares de livros. Todas as paredes com toda coleção exposta. A ideia é que a gente tivesse sempre o visitante em contato com o acervo”, explica o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb.

Este será o corpo da Brasiliana, biblioteca formada por 17 mil títulos, todos sobre o Brasil ou feitos no Brasil, doados à USP pelo avô de Rodrigo, o empresário e bibliófilo, José Mindlin. “A arquitetura é coadjuvante nesse processo porque os livros são a alma. Estamos cuidando de dar um corpo para receber dignamente a coleção e ter acesso para meus filhos, netos e de todos nós”, diz o arquiteto Rodrigo Mindlin Loeb.

A alma da Brasiliana ainda está bem longe; na casa de José Mindlin, no espaço especialmente construído, ao lado do jardim, para abrigar a biblioteca dele com quase 100 mil volumes. É uma sala de preciosidades e raridades. Os livros são do século 19, de literatura brasileira. Lá, estão quase todas as primeiras edições dos livros de Machado de Assis. Há as primeiras edições dos dois romances mais lidos no século 19: “O guarani”, de José de Alencar e “A moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo.

Ao pé da escada fica Santo Inácio, um verdadeiro santo do pau-oco. No espaço de trás escondiam o ouro para escapar ao fisco dos portugueses.

É neste espaço da memória e do passado que vive um novo agregado: um robô do século 21, um devorador de livros, que lê 2,4 mil páginas por hora. O livro que o robô tem nas mãos é “Helena”, autografado por Machado de Assis, dedicado a um velho amigo dele, Salvador de Mendonça. A tudo isso nós teremos acesso, via internet.

“Enquanto o prédio está sendo construído, já estamos construindo a biblioteca digital”, aponta o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. “Podemos transformar uma imagem recém tirada do robô em uma página que seja portátil para a web”, explica o engenheiro de computação Vitor Tsujiguchi. “O usuário vai ver o livro tal como ele é: a imagem do livro original, mas por trás dessa imagem há uma versão digitalizada, como se fosse transcrito.

O usuário pode fazer busca por palavra, frase, iluminar trecho, copiar e colar. A pessoa vai poder imprimir em casa, encadernar e colocar na sua estante”, antecipa o coordenador da Brasiliana digital Pedro Puntoni. O robô reconhece 120 línguas. Até o final do ano o plano é que ele tenha digitalizado 4 mil livros e 30 mil imagens. Quem está encantado com o trabalho do robô é o professor titular de história do Brasil, Istvan Yancsó, coordenador geral do projeto: “O conceito dessa biblioteca é atender a uma multiplicidade de destinações.

É um serviço que a USP vai prestar à nação. Tudo que nós estamos fazendo é sempre em cima da ideia de que é uma colaboração para montagem de alguma coisa que não vai ser a Brasiliana da USP, vai ser uma Brasiliana brasileira”.

Os primeiros livros que já estão sendo digitalizados são os dos viajantes que percorreram o Brasil nos séculos 16, 17, 18 e 19. Toda a coleção das gravuras de Debret. Depois disso será a vez de todos os livros de história do Brasil e literatura brasileira. Os 17 volumes da primeira edição dos sermões do Padre Vieira, a primeira edição brasileira de “Marília de Dirceu”, de Tomás Antonio Gonzaga – só existem três unidades no mundo. De José de Alencar, a primeira edição do “Guarany”, livro raro. José Mindlin passou boa parte da vida atrás desse exemplar, um dos únicos existentes e de muitas outras raridades.

Uma biblioteca como esta é um espaço para eternas descobertas. Cristina Antunes, organizadora da biblioteca Mindlin há 29 anos, sabe disso: “Até hoje descubro livros que eu não vi, que eu não li, que não conheço”. Toda essa coleção começou com um livro de história do Brasil de Frei Vicente de Salvador, e comentários de Capistrano de Abreu. José Mindlin tinha 13 anos, hoje, aos 94, quase 100 mil livros depois, quer dividir com todos o grande prazer que os livros lhe deram. “Era um sonho, no meio de muitos outros, era sim”, diz o bibliófilo José Mindlin.

A biblioteca Brasiliana está sendo construída na USP com doações de empresas. O prédio deve ficar pronto em julho de 2010. Os primeiros livros já deverão ser abertos para consulta, via internet em meados de junho. A partir daí, serão incluídos 200 livros e quase mil imagens por semana.

Palestra e workshops com encadernadores da Inglaterra

14 maio, 2009

Este post é um convite a todos os alunos e professores do projeto A arte de encadernar da Universidade São Judas Tadeu. Espero encontrar todos vocês lá!

No dia 5 de junho, a ABER promove uma palestra gratuita sobre encadernação artística ministrada por Dominic Riley e Michael Burke Palestrantes: Dominic Riley e Michael Burke.

DOMINIC RILEY,  encadernador inglês bastante atuante na área de encadernação artística, membro do Designer Bookbinders, vice-chairman da Society of Bookbinder e co-fundador do Collective Workshops. Dominic Riley aprendeu encadernação aos 16 anos, com monges beneditinos e com Paul Delrue, na London College of Printing. Em 1990 ele se mudou para Nova York, depois Berkeley, na Califórnia, onde atuou como professor, palestrante e restaurador de livros raros e participou da criação do ateliê de encadernação do San Francisco Center for the Book. Atualmente, mantém com o sócio Michael Burke um ateliê de encadernação em Lake District, no norte da Inglaterra. Recebeu diversos prêmios de encadernação e atua em coleções privadas e públicas, incluindo a British Library.

MICHAEL BURKE Formado em química pela Universidade de Leeds, Michael Burke especializou-se em encadernação e restauração com Dominic Riley e em conservação de papel com Karen Zukor. Participou da fundação do ateliê de encadernação do San Francisco Center for the Book em 1996. Desde 2001 vive na Inglaterra, onde dá aulas e workshops de encadernação. É especialista em encadernações antigas e medievais.

Conteúdo: Técnicas de encadernação.

Publico alvo: profissionais da área de conservação, encadernação, bibliotecários, arquivistas, artistas plásticos, bibliófilos e público em geral.

Data: 05 de junho, sexta-feira. Horário: das 17h às 19h.

Inscrições: Entrada gratuita, inscrição obrigatória  com Flávia, pelo tel (11) 5579-6200 ou pelo e-mail secretaria@aber.org.br (seu nome completo e telefone).

A palestra terá tradução para o português.

Local: Auditório Paulo Emílio, Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – São Paulo – SP

Cancelamentos devem ser comunicados com 24h de antecedência. A palestra terá tradução para o português.

FONTE: ABER – Associação Brasileira de Encadernação e Restauro

Biblioteca Mundial da Unesco

6 maio, 2009

No dia 21 de abril,  a UNESCO – Organização das Nações  Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura –  lançou a WDL (Word Digital Library), uma midiateca online e gratuita. Esse acervo está disponível em sete idiomas, inclusive o português,  e conta com a participação das principais instituições culturais do mundo.

A midiateca, sediada em Paris, já permite  acesso a aproximadamente  1,4 mil objetos digitalizados. Dentre eles temos: manuscritos, mapas, imagens, livros e diversos e outros artigos. A Fundação Biblioteca Nacional também colabora com a UNESCO nessa tentativa de “universalização do saber”.

RIC – Iniciação Científica – USJT

24 abril, 2009

Caros alunos!

Segue, abaixo, a bibliografia e a distribuição das leituras que cada equipe terá que apresentar nos dias 29 e 30 de abril.  Na biblioteca da universidade tem vários exemplares do livro.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2003.

Unidade 2 – A razão

Capítulo 5 A razão na filosofia contemporânea – Roberto e Suélen

Unidade 3 – A verdade

Capítulo 3 As concepções da verdade – Andréa

Unidade 5 – O conhecimento

Capítulo 2 – A percepção – Edir

Capítulo 4A imaginação – Rodrigo

Capítulo 5 A linguagem – Samuel

Unidade 8 – O mundo da prática

Capítulo 2 – A experiência do sagrado e a instituição da religião – Camila, Cláudia, Maurício e Rebeca as subdivisões são estas:

A religiosidade

O sagrado

A religião

A religião como narrativa da origem

Ritos

Os objetos simbólicos

Manifestação e revelação

A lei divina

A vida após a morte

Milenarismo

O bem e o mal

O pecado

Imanência e transcedência

Transcedência e hierarquia

As finalidades das religiões

Críticas a religião

Mythos e lógos

O conflito entre fé e razão

Conciliação entre filsofia e religião

Capítulo 5A existência ética – Renee