Posts Tagged ‘Educação Centrada na pessoa’

CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula – 2009

9 dezembro, 2009

O projeto “CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por prioridade despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cor em papel sulfite. Elaborei esse projeto para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado (na Zona Leste de São Paulo).

Após uma sondagem na disciplina Educação Artística, realizada durante o primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade, trabalhei em sala de aula, nos dois outros semestres, os movimentos artísticos Surrealismo e Cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicado neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestre de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei, durante o segundo semestre, introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes, sendo que o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre, lancei o desafio de abrir um concurso de pintura com lápis de cor entre as 6ª séries com o tema: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMANHÔ O concurso dividiu-se em três etapas e todo  processo encontra-se no link “Procedimento do concurso 2009”

Para visualizar as imagens, clique nos “SLIDE SHOW” abaixo.

SLIDE SHOW DA  6ª A

SLIDE SHOW DA 6ª B

SLIDE SHOW DA  6ª C

SLIDE SHOW DA  6ª D

Somente após essas fase é que percebi  que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual lançado pela escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDADES”. Cada classe teve um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que fosse contemplado o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurístico

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos trabalharam trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel,  maquete e o lápis de cor. Preocupada em desenvolver um trabalho bem fundamentado e em conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento, determinei que todos os trabalhos fossem fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos, sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma e arte contemporânea. Assim, eles não se prenderiam à perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir. nesse semestre apresentei ao grupo o artísta Paul Klee e suas obras, o que foi muito interessante.

Projeto

CRIAR E RE-CRIAR: um universo artístico em sala de aula

O projeto “CRIAR E RE_CRIAR: um universo artístico em sala de aula” tem por primazia despertar nos alunos o mundo artístico que existe em seu interior.  Para tal, faz uso das técnicas artísticas de pintura com lápis de cores em papel sulfite. E, foi elaborado por mim, professora Elisa de Mello Kerr Azevedo, para atender aos alunos de sexta série (7º ano) da Escola Municipal Eduardo Prado – da zona leste de São Paulo.

Após uma sondagem na disciplina de ed. artística, realizada durante primeiro bimestre nessas séries, percebe-se que mesmo estando eles numa faixa etária em que a imaginação flui livremente, eles não acreditavam em sua capacidade de transportar essa criatividade para o papel e transformá-la em arte.

Para resolver essa dificuldade trabalhei em sala de aula, os dois outros semestre, os movimentos artísticos: surrealismo e cubismo (a metodologia encontra-se no post Papel e lápis de cor: exposição de trabalhos, publicados neste blog, com alguns dos resultados do segundo semestres de 2009). Essas técnicas foram relevantes para que esses alunos percebessem que suas produções eram boas e descobrissem que podem produzir bons trabalhos, independente do material a ser utilizado. Portanto, fiquei o segundo semestre introduzindo técnicas de pintura com lápis de cor no caderno de artes o qual o próprio aluno escolhia seu tema.

Para o terceiro semestre lancei o desafio de abrir um concurso de arte nas classes. E, os quatro vencedores concorreriam a um segundo concurso entre as classes. Desta vez foi estabelecido um tema geral para as sextas séries: “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ.

Somente neste momento percebi que os alunos estavam preparados para realizar atividades artísticas referentes ao tema do projeto anual da escola para as sextas séries: “O UNIVERSO DAS CURIOSIDAES”. Cada classe teria um subtema diferenciado para a execução de seus trabalhos, desde que contemplasse o tema citado acima. Para tal, cada turma indicou vários temas e fizeram uma votação. Os temas escolhidos foram:

6ªA – “As curiosidades do universo cósmico”

6ªB – “As curiosidades do universo tecnológico”

6ªC – “As curiosidades do universo urbano”

6ªD – “As curiosidades do universo futurísticos”

OBS: Os temas gerais se subdividem em subtemas que os alunos estão trabalham em pequenos grupos.

Para o quarto semestre, lancei a proposta de trabalharmos com técnicas de giz pastel, pintura em tela e maquete. Preocupada em desenvolver um trabalho de bem fundamentado e conscientizá-los da importância de observar e ampliar seu conhecimento determinei que todos os trabalhos fosse fundamentados em pesquisas escritas.

A utilização da técnica de desenho com giz pastel em papel Kraft originou belos trabalhos. Mas sempre utilizando como fonte de inspiração o movimento surrealismo e geometrização da forma. Assim eles não se prenderiam a perfeição do desenho, ou seja, a imitação da forma que nos é dada pelo mundo construído, e sim o mundo em que nossa imaginação pode construir.

Para finalizar o ano letivo, os alunos vão pintar uma tela com o mesmo tema.

O procedimento do concurso 2009

Na página Exposição “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ encontra-se  os trabalhos  realizados pelos alunos da 6ª série do EMEF-Eduardo Prado, sobre o tema citado,  separados por suas respectivas turmas: 6ª A; 6ª B; 6ª C e 6ª D.  O jure é composto por sete (7) membros (leiam seus currículos no final dessa página).  Para que o jure possa votar, publiquei uma enquete em cada exposição (protegidas por senha para que só eles tenham acesso)  onde ele poderá  expressar seu voto.

1ª etapa

Vissite o post Os melhores do “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ e, se você for um jurado, siga as instruções contidas neles.

6ª A – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª B – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª C – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

6ª D – “O MEIO AMBIENTE QUE IMAGINO AMAMHÔ

2ª Etapa

Após  o jurado  ter escolhido as três (3) melhores obras de cada classe serão publicadas um novo post em que cada jurado classificará a obra atribuindo um único valor  numérico em cada classe, separadamente, de 1 a 3.  a cada uma para que saibamos eles se incumbirão de classificá-las atribuindo um valor de 1 a 3, para que saibamos a colocação de cada um.  Após a contagem dos pontos, será publicado classificação das obras em seus turmas. Primeiro segundo e terceiro lugares.   Somente esses três primeiros colocados de cada turma participará da próxima etapa, o que totalizará 21 participantes.

3ª Etapa

Agora partiremos para a votação final.  Quando chegar nesse  momento, o jurado terá a sua frente apenas  21 obras. Sua incumbência será escolher as três que ache melhor dentre as 21 obras. Por isso será aberto num post com uma enquete, com senha.

OBS.: Todas as enquetes e votação estarão em post separados  protegidos por senha e que impede que a mesma pessoa possa votar duas vezes.

Boa sorte para aos participantes e boa votação ao jurado.

Reggio Emília: uma abordagem artística na educação infantil

19 outubro, 2009

No dia 29/09/2009 ministrei uma aula no curso de Pedagogia da   Universidade São Judas Tadeu -USJT-  a convite da profa. Dinéia Hypolitto. Para o profissional da educação e da área de artes, é sempre prazeroso contribuir com minhas futuras colegas e transmitir para elas a importância da Arte para a  aprendizagem da criança. Após a aula, prometi a(os) aluna(os) que deixaria aqui no blog as novas publicações sobre essa escola, sob o tema “escola de educação infantil italiana Reggio Emília”.  Para entender um pouco mais sobre o contexto da escola leia um pouco sobre o seu surgimento em Histórico da Reggio Emília e, os sites que indico na página Abordagem Reggio Emília .

Na edição da Revista Criança do professor de educação infantil no. 43 foi publicado  uma  entrevista com Bruna Elena Giacopini e Lanfranco Bassi  Reggio Emília: uma experiência inspiradora”, realizada por Vitória Faria e Alex Criado. Esta reportagem está muito interessante.

Também publicou, a partir da página 19,  e os integrantes do GAE – grupo ambiental de educação – o artigo escrito por Angélica Miranda do RJ/Rj e outros autores “Arquitetura e educação juntas para uma educação infantil melhor” que fala  sobre os espaços do ambiente escolar e sua importância para a aprendizagem da criança. Para a abordagem Reggio Emília o espaço de aprendizagem é muito importante, por isso aconselho que  leia.

A  revista também traz  para você o artigo sobre  “Faz de conta: invenção do possível” escrito por  Adriana Klisys de BH/MG, que muito lhe ajudará na disciplina de psicologia.

A edição 44  da Revista Criança do professor de educação infantil, por Joseli Pereira Lobo – professora de educação infantil da rede municipal de BH – escreve sobre “Um currículo centrado na arte”, continuando o tema da revista anterior. E, para aprofundar  um pouquinho mais em educação centrada na pessoa, sairemos da Revista Criança um pouquinho e vamos passear por outros links e ler sobre essa teoria de Carl Rogers em:  Humanismo – Carl Rogers e Concepção de Carl Rogers sobre aprendizagem.

De volta à revista,  Angélica Miranda realizou uma entrevista com a professora Léa Tiriba  com o tema  “Consciência Ecológica se aprende com o pé no chão”, muito boa também. Arrume um tempinho e leia com muito carinho, o planeta Terra agradece!

Bibliografia

http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0153/aberto/mt_244113.shtml

EDWARDS, Betty. Desenhando com o lado direito do cérebro. 10. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

EDWARDS, Carolyn; GANDINI, Lella; FORMAN, George. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância . Porto Aelgre, RS: Artmed, 1999.

FUSARI, Maria Felisminda de Rezende e; FERRAZ, Maria Heloisa Correa de Toledo. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993.

LEENHARDT, Pierre. A criança e a expressão. Lisboa: Editora Estampa, 1973.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 2 ed., São Paulo: Cortez,1995.

MAHONEY, Abigail A. e ALMEIDA, Laurinda R do. A constituição da pessoa: na proposta de Henry Wallon. São Paulo: Ed. Loyola, 2002.

PARRAMON, Jose Maria. Luz e sombra em desenho artístico. Rio de Janeiro: Ibero-americano, 1986.

ROGERS, Calrs R. “Liberdade de aprender em nossa década”. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.

_____________. “Tornar-se pessoa”. Trad. Manuel J. C. Ferreira, 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Boa leitura.

Elisa Mello Kerr