Hoje, deixo para meus alunos mais um artigo interessante sobre conservação e restauração de documentos e fitas de vídeo. Nele, a autora responde a diversas perguntas sobre o assunto.
Maria José Távora Queiroz Cobra, especialista em restauração e conservação do acervo bibliográfico da Universidade Federal de Brasília.
Vez por outra recebo uma pergunta sobre restauração ou conservação de livros e documentos. Listo abaixo as perguntas que mais freqüentemente me são feitas, e uma breve resposta a cada uma. Claro que estas recomendações são oferecidas sem qualquer conhecimento detalhado da situação ou condição do material. De fato, seria irresponsabilidade alguém dar opinião ou recomendar qualquer tratamento sem ver o material a ser preservado ou restaurado. Por esse motivo as respostas são escritas em termos gerais, apenas procurando indicar que existem soluções possíveis para muitos dos problemas de restauração e conservação.
Sugiro também, seguindo a mesma linha, outro artigo, dessa vez do DECOD - Centro de Documentação da Universidade de Brasília. Nesse caso, clique aqui para que tenha acesso a essa matéria, a qual conceitua alguns aspectos específicos da área de conservação, papel e documentos gráficos.
Hoje visitei alguns blogs e encontrei esse: “tecendoCidadaniacomARTE”. Nesse artigo, a autora explica, com muita clareza, como se constroem histórias em quadrinhos. Visite, você vai gostar das outras matérias também!
Maria Perpétua Teles Monteiro define seu espaço assim:
Espaço destinado a discussão sobre cidadania ativa no ensino-aprendizagem de arte e vivências da arte em âmbito escolar. Servirá de portal para as atividades desenvolvidas no Centro de Ensino Experimental de Garanhuns-CEEG(SEE/PROCENTRO) com turmas de Ensino Médio.
Os jovens costumam ignorar o conhecimento e gosto dos mais velhos. Fiz isso tantas vezes e me arrependo muito por não ter me aculturado das coisas que meus antepassados cultivaram. Não valorizei a memória cultural de meus avós e deixei o tempo passar, talvez imaginando que eles fossem imortais e que a qualquer momento estariam ao meu lado, para me contar o que eu quisesse saber.
Meus avós gostavam muito de banda. Sempre que a banda da cidade passava pelas ruas escutavam-se as vozes dos dois chamando: “Elisa, Raimundo, Lúcia, Nancy, venham rápido, a banda vai passar!” Eu logo lembrava de Chico Buarque cantando “A Banda”. Que pena! Não valorizei esses momentos mágicos e o encantamento que meus avós viviam cada vez que a banda passava. Eu pensava que eles gostavam da banda apenas por gostar de música!.
Só pude compreender a relevância da memória familiar quando precisei escrever sobre minhas memórias. Meus avós estiveram presentes em grande parte de minha vida, e sua presença é muito significativa para mim. O engraçado é que eles se interessavam por cada momento de minha vida, mas, no entanto, como muitos jovens, o que realmente me interessava era a minha própria vida! E, por isso, deixei passar momentos preciosos de aprofundamento familiar, dos interesses pessoais dos meus “velhinhos” e assim compreendê-los melhor.
No ano passado, mais uma vez, tive a oportunidade de perceber minha cegueira juvenil. Precisei ir à casa deles, em Valença (RJ), antes de ser vendida. Lá reencontrei a Ana Maria, que serve a minha família desde 1971. Ela ficou morando na mesma casa de meus avós, aquela em que eu vivi preciosos momentos ao lado deles. Ao me ver entrando na casa, ela abrir um belo sorriso - o que não é novidade para quem conhece a Ana, ela ri o tempo todo - e foi logo me bombardeando de perguntas do tipo : O que eu faço com isso? E aquilo? E esse gravador velho de seu “Walti”, o que faço com ele? A D. Iracema escutava sempre essa fita depois que seu “Walti” morreu.
Opa, que estranho! Porque minha avó escutaria repetitivamente aquela fita? Na pressa, pois estava só de passagem (e ciente que não teria como escutar aquela velha fita K7 em minha casa), resolvi trazer o velho gravador também. Assim, ao chegar em São Paulo poderia ouvi-la logo. É claro que o bendito do gravador não funcionou! Tive que sair procurando entre meus amigos um gravador K7. Não dava para esperar muito tempo, estava inquieta e curiosa para saber o que continha naquela fita.
Para minha surpresa, era um discurso. Uma fita velha com um discurso de alguém que eu conhecia, mas que era aquele homem? De repente, ele fala do meu avô e de uma banda em Santa Rita. Depois, a banda toca, e dá para perceber que outra banda toca também… Tudo muito confuso e com um som muito ruim, mas deu para entender que era a comemoração de 50 anos de uma das bandas. Fico surpresa quando eu escuto a voz de meu avô. Quanta emoção! Eu não sabia se chorava ou se escutava sua voz novamente. Sua voz ecoava como música nos meus ouvidos. Sei que parece meio melancólico esse assunto, mas esse é um papo familiar, que só os que conviveram com ele entenderão o que senti, pois sei que reagirão iguais a mim quando escutarem aquela doce voz.
Pensa que foi fácil? Imaginem só, uma fita K7 de 30 anos atrás! Fala sério, tive que trocar muitos e-mails com meus familiares para lembrar das pessoas mencionadas, investigar de que banda se tratava, etc. Conversei com alguns primos que eu já não falava havia muito tempo. Passei uma semana transcrevendo os discursos do Aziz Quinani e do meu avô. Valeu a pena! Parte do que eles falaram eu já sabia, outras, nem imaginava, mas vou situarpara que você não fique totalmente de fora do assunto.
Apesar de meu avô ser carioca da gema, ele foi transferido para a estação de Santa Rita de Jacutinga (MG) em 1925. Chegando lá, foi muito bem recebido pelo povo e logo se enturmou. Ficou noivo da minha avó, Iracema, e se casaram em 1929.
Compreendi, então, por que era tão importante para os meus avós ver a banda passar. Qualquer banda que passasse era importante para eles, mesmo depois que mudaram para Valença. O importante era sentir novamente a magia da Banda. Afinal de contas, meu avô, Walter Magioli, foi membro fundador, em 1927, juntamente com o senhor Aziz Quinani e outros santarritenses da banda da cidade: a Corporação Musical Cônego Marciano. Sobre seu encargo ficou a tesouraria da banda. Cada vez que a banda passava eles remontavam suas memórias e relembravam a juventude. Adquirindo assim, mesmo que em um lampejo, fôlego para viver bem a velhice.
Assista a essa breve homenagem a meus avós, à Corporação Musical Cônego Marciano e ouça o discurso de meu avô nessa comemoração.
Acabo de ler sobre o projeto“Contação de Histórias”realizado em Carazinho (RS), aplicado em uma escola estadual. Vocês pensam que bons projetos só acontecem em escolas particulares? Ledo engano! As escolas estaduais e municipais estão repletas de professores se empenhando em dar uma boa educação ao educando. Leiam o projeto e comprovem o poder de tranformação que estabelecem com a comunidade escolar.
Aplique em sua escola também. Vale a pena tentar. O projeto é bem simples e tem excelente retorno.
Foram abertas as inscrições para o projeto “A Arte de Encadernar” - módulo comercial. O projeto tem por objetivo principal sensibilizar os participantes para a atividade de encadernação, na tentativa de inseri-los no mercado de trabalho.
Nesse projeto, em especial, vamos ensinar as técnicas de encadernação de teses, monografias, revistas e agendas.
Quando elaborei o projeto “A Arte de Encadernar” para a universidade, imaginei que ele atenderia apenas a comunidade local da instituição. No entanto, tem alcançado pessoas de todas as regiões de São Paulo. No ano passado tivemos alunos que residem em Guarulhos, no Jabaquara, em Interlagos etc.
Parte desses alunos (que já concluíram o módulo comercial) retornam, nesta sexta-feira, para participar do segundo módulo do projeto “A Arte de Encadernar”, que ensina as técnicas de encadernação clássica.
Para mais informações entre no site da Universidade São Judas Tadeu, ou entre em contato com o CEAM pelo telefone 2799-1922.
Hoje comecei a elaborar os cursos de encadernação oferecido pelo CEAM - Centro Educacional Prof. Alzira Altenfelder Silva Mesquita- Universidade São Judas Tadeu. Acho que dentro de uma semana já teremos as datas das entrevistas e do início do curso de encadernação comercial. Assim que tiver tudo planejado, publicarei as datas, horários e forma de ingresso.
Estas fichas podem ser utilizadas em todas as séries/anos da instituição.
Identificação da Instituição de Ensino
Comentário do professor sobre amostra do trabalho
Aluno:
Projeto :
Trabalho :
Data :Turma:
Objetivo do trabalho :
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Conceito :
( ) iniciante () em desenvolvimento
() domínio() apresentou dificuldades
() avançado ( ) interessado pela atividade
( )desinteressado pela atividade
Atividades desenvolvidas na área de artes.
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Dificuldades apresentadas:
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Desenvolvimento do aluno durante a atividade:
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Comentários do professor :
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Identificação da Instituição de Ensino
Comentário do aluno sobre amostra de trabalho
Nome do aluno:
Projeto ou atividade:
Data :Turma:
Como fiz esse trabalho :
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O que gosto nele:
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O que gostaria de mudar nele :
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Quero fazê-lo de novo :
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Comentários do professor : …………………………………………………………………………………………….
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Identificação da Instituição de Ensino
Registro Sistemático
Aluno: ……………………………………………………………
Data: ……………………....Horário de __:__ à __:__
Observador:………………………… Permissão dada por: ……………
O que observar:………………………………………………………………………………….
Porque observar………………………………………………………………………………..
Relato do observador……………………………………………………………………….
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Identificação da Instituição de Ensino
Registro de Caso
Aluno:
Data:……………………………….. Horário __:__
Ocorrência …………………………………………………………………………………….
Contexto da ocorrência:……………………………………………………………..
Relato detalhado:…………………………………………………………………………
Observador:…………………………………………………………………………………….
OBS: Algumas dessas fichas são adaptações do livro da Elizabeth Shores, outras são sugestões de minha professora Dinéia Hypóllito. Leiam para que possam entender melhor o “por quê” de cada ficha e o propósito do portfólio. Também sugiro a leitura das outras páginas que publiquei sobre o mesmo tema. Nelas, você verá algumas fichas preenchidas, as atividades, ler algumas explicações, consultar bibliografias e visitar outros blogs que tratam do mesmo assunto.
Hoje, assisti a um vídeo, explicativo, no qual o encadernador demonstra como identificar uma boa encadernação. Resolvi indicar para alunos vejam a opinião de outros profissionais.